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Editorial
Quem não
se lembra de que a queda do crescimento econômico do Brasil foi puxada
pelas multinacionais e monopólios internos ao iniciarem uma onda de
demissões e redução salarial?
Isso não é
suficiente para que se perceba que a fórmula mais rápida e efetiva de
retomar o crescimento não é entupir esses setores com recursos públicos?
Quanto
mais a nação terá que sangrar para que a realidade se imponha sobre a
fantasia de um crescimento sustentado nos juros altos, redução da massa
salarial e prioridade dos financiamentos públicos e isenções fiscais aos
monopólios internos e externos?
O
Brasil tem tudo para surfar sobre a crise. Mas cantando vitória antes da
hora não se dota a economia de maior independência. Apenas se perde
tempo.
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