BNDES tira da poupança interna e financia remessas das múltis

Decreto de FH abriu empréstimos para monopólios externos

Os empréstimos do BNDES – e de qualquer banco público – a empresas estrangeiras estão proibidos há quase 50 anos, desde a lei nº 4.131, do dia 3 de setembro de 1962. A lei, que em vários de seus dispositivos – sobretudo os que se referem à remessa de lucros – foi desfigurada no primeiro governo da ditadura, continua plenamente em vigor no que se refere às “disposições referentes ao crédito” (artigos 37, 38, 39 e 40).

Veremos como Fernando Henrique, em 1997, agiu para burlar essa lei. Antes, permita-nos o leitor, algumas considerações bastante atuais sobre o fundamento da proibição instituída pela lei 4.131.

O BNDES financiará R$ 20,9 bilhões, com cinco anos e meio de carência e trinta anos de prazo, dos R$ 34,6 bilhões em que está estimada a construção do trem-bala entre o Rio e São Paulo – uma concessão de 40 anos, disputada por oito multinacionais: Alstom (França), Siemens (Alemanha), Mitsubishi, Kawasaki, Toshiba e Hitachi (Japão), Ansaldo Breda (Itália) e Hyundai (Coreia do Sul).

Em termos sucintos: o BNDES dará ao consórcio que construirá e explorará o trem-bala por 40 anos (!) quase o mesmo que emprestou à Petrobrás para explorar o pré-sal (R$ 25 bilhões). Com três diferenças: a primeira é que o empréstimo à Petrobrás exigiu o empenho pessoal do presidente Lula; a segunda, que o pré-sal é uma questão estratégica para o país, o que não se pode dizer do trem-bala; terceira, a Petrobrás pertence ao povo brasileiro, o que não se pode dizer da Alstom e colegas.

MATRIZ

Há alguns dias, o presidente da Associação dos Engenheiros de Telecomunicações (AET), Ruy Bottesi, enviou carta ao presidente do BNDES, solicitando informações sobre o destino do empréstimo de R$ 2 bilhões concedido à Telefónica em outubro de 2007. Relata Bottesi: “Não estamos conseguindo identificar, junto aos tradicionais fornecedores de equipamentos e soluções, com ponto de presença no Brasil, a realização de contratações para a ampliação e modernização da planta de telecomunicações, em 2008 e 2009, especificamente na telefonia fixa”.

O dinheiro do BNDES era para investimentos. Se a Telefónica não o usou para isso, e as sucessivas panes indicam que não usou, remeteu-o para fora, para a matriz, ou enfiou-o na especulação financeira, que é uma forma de inchar o bolo antes de remetê-lo.

O BNDES foi criado em 1952 especificamente para financiar os investimentos das empresas nacionais, que sofriam bloqueio dos monopólios industriais-financeiros externos quanto ao financiamento (e, evidentemente, não apenas quanto ao financiamento). Hoje, esse bloqueio piorou, porque os monopólios ficaram maiores e com maior poder financeiro. No entanto, o BNDES passou a emprestar a eles – enquanto as empresas nacionais não conseguem empréstimos ou conseguem quantias insuficientes, às vezes irrisórias para seus projetos. Sem exagero, tornou-se cúmplice do bloqueio às empresas nacionais.

Assim, emprestando às multinacionais, o BNDES, em vez de financiar investimentos, está financiando remessas de lucros para o exterior. Um colega do presidente do BNDES, o economista keynesiano Ajit Singh, professor em Cambridge, destacou essa forma das filiais de multinacionais agirem, tomando empréstimos para remetê-los, no seu importante trabalho “Capital account liberalisation, free long-term capital flows, financial crises and economic development”.

A lei 4.131 tinha o objetivo de evitar esse descalabro: uma companhia estrangeira, em vez de trazer alguma poupança externa, suga a poupança interna e anaboliza seus lucros com o dinheiro do Estado, secando a poupança interna. Assim não há desenvolvimento que resista, pois as empresas nacionais são despojadas da poupança de seu próprio país.

Colocamos a questão nesses termos porque os advogados do capital estrangeiro sempre defenderam que a necessidade de “atrair” multinacionais estava na nossa “pouca”, “escassa” poupança interna. Sempre foi uma falácia, mas agora ela está evidenciada de forma escandalosa, com filiais de monopólios mastodônticos tomando empréstimos no BNDES supostamente para investir, ao invés de trazer investimentos, e mandando esses recursos para as suas sedes no exterior.

A lei 4.131, no entanto, abria uma exceção, no artigo 39: “[os bancos públicos] só poderão conceder empréstimos, créditos ou financiamentos para novas inversões a serem realizadas no ativo fixo de empresa cuja maioria de capital, com direito a voto, pertença a pessoas não residentes no País, quando elas estiverem aplicadas em setores de atividades e regiões econômicas de alto interesse nacional, definidos e enumerados em decreto do Poder Executivo”.

Foi essa a brecha usada por Fernando Henrique. Através do decreto nº 2.233, assinado em 23 de maio de 1997, considerou “de alto interesse nacional para os fins do art. 39 da Lei nº 4.131, de 3 de setembro de 1962, as atividades econômicas, desenvolvidas em qualquer parte do território brasileiro, atinentes aos setores abaixo enumerados:

I - serviços públicos de infra-estrutura dos seguintes segmentos: a) exploração de fontes energéticas, geração, transmissão e distribuição de energia de qualquer natureza; b) telefonia de qualquer natureza; c) portos e sistemas de transportes, inclusive de carga e passageiros; d) saneamento ambiental.

II - complexos industriais dos seguintes segmentos; a) químico-petroquímico, compreendendo as indústrias químicas de base, petroquímica, química fina e fertilizantes; b) minero-metalúrgico; c) automotivo, compreendendo as indústrias automobilística e de auto-peças; d) agroindustrial e florestal, compreendendo desde os fornecedores de insumos até os processadores e distribuidores de produtos agropecuários, de alimentos, de bebidas e de painéis de madeira, papel e celulose; e) de bens de capital, compreendendo as indústrias fornecedoras de equipamentos e componentes; f) eletrônico, compreendendo as indústrias de componentes eletrônicos, bem como as indústrias de eletrônicos de consumo, de informática, de telecomunicações e de automação”.

Como pode ver o leitor, esse decreto incluía todas ou quase todas as atividades econômicas em que as multinacionais operavam, e algumas em que ainda não operavam, como “de alto interesse nacional” para fins de empréstimos em bancos públicos. Esta foi a porta escancarada, totalmente contra o espírito (e a letra) da lei 4.131, para que as multinacionais assaltassem o BNDES. Para esse assalto, tudo era “alto interesse nacional”. Infelizmente, no governo atual, pelo decreto 5.688, de 2006, houve uma ampliação do item “f”, referente aos eletrônicos, e a inclusão de mais dois setores: “complexo do turismo” e “arrendamento mercantil de bens de capital”.

FONTE

No entanto, equívocos posteriores somente enfatizam o que precisa ser corrigido. Como diz um trabalho acadêmico bastante interessante, que analisa a trajetória do BNDES antes do governo Lula:

“[a lei 4.131/62] demonstra claramente a forma do desenvolvimento baseado no investimento e fortalecimento da indústria nacional, em poder do capital público ou privado; demonstra também a marca do BNDES como financiador do desenvolvimento econômico nacional, apoiando a criação da infra-estrutura e das indústrias de base por meio das empresas estatais, e apoiando o investimento privado nacional, considerado a parte fraca do tripé formado pelo capital público, capital privado nacional e capital privado externo. Em 1997, o poder executivo publica o decreto nº. 2.233 (….) permitindo, assim, que o BNDES possa emprestar recursos originários do mercado doméstico, mais precisamente os recursos do FAT, às empresas sob controle do capital estrangeiro. Após quarenta e cinco anos de existência, o BNDES passa agora a financiar o capital estrangeiro, perdendo todo o seu vínculo com o modelo nacional-desenvolvimentista, baseado no investimento na empresa privada nacional e na empresa pública, que claramente eram as que mais careciam de recursos de longo prazo, a condições accessíveis. Desde a década de 1950, o apoio à entrada do capital estrangeiro sempre esteve ligado a sua habilidade de trazer a poupança externa. Entretanto, a permissão de obtenção de recursos do BNDES, do FAT, está à contra-mão deste pensamento. O capital privado estrangeiro se torna principal cliente (….) O desenvolvimento econômico parece não ser mais o principal objetivo do BNDES” (Alexandre de Santana Lima, “A atuação do BNDES no desenvolvimento econômico brasileiro 1952-2002”, tese de mestrado, PUC/SP, 2007).

Pois é exatamente isso que precisa mudar – não existe como o Brasil se desenvolver com sua principal fonte de investimentos transformada em coiteiro de monopólios estrangeiros, resquício de uma época terrível, de crimes contra o povo, de roubos colossais, de deformação moral e de traição ao nosso destino.

CARLOS LOPES
 


Primeira Página

 

Página 2

Ipea: reordenar os gastos públicos para retomar ritmo de crescimento

Burla à lei do Cabo pela TVA e Telefónica recebe o aval de conselheira da Anatel

Governo vai cobrar IR de caderneta de poupança com saldo acima de R$ 50 mil

Setor da construção civil tem maior aumento de empregos em agosto

Telefónica tem problemas estruturais que não garantem serviços, diz Procon

Câmara dos Deputados aprova reforma eleitoral

Expediente

Página 3

BNDES tira da poupança interna e financia remessas das múltis

Campanha mudou, diz Lula em evento

Temer instala comissões do pré-sal

Valério e deputado tucano vão responder por improbidade

Para Celso Amorim, resistência a dar garantias em relação às bases americanas na Colômbia é mau sinal

O pré-sal é nosso

Virgílio joga contra o patrimônio

Página 4

Empresas de energia lesaram o consumidor em R$ 1 bi ao ano

“Grupo de Yeda era muito ganancioso”, diz lobista tucano ao Ministério Público

Coordenador do apagão de FH diz que tarifas não são tão altas

Kassab corta em 10% verba para a coleta de lixo em SP

Mídia esconde caixa-dois de Kátia Abreu - Altamiro Borges

Cartas

Página 5

Toyota e Honda: trabalhadores obtêm aumento real de 5,32%

Metalúrgicos da GM em São Caetano do Sul param produção por reajuste maior

Funcionários dos Correios entram em greve

Santander vai à Justiça para impedir a mobilização dos bancários em SP

Centrais vão a Brasília e ampliam mobilização pela redução da jornada

Promotor de Justiça Arthur Pinto Filho: “Lei que privatiza a Saúde em SP é inconstitucional

“Anac desrespeita legislação ao abrir setor ao capital estrangeiro”, afirma Fentac, em carta a Lula

 

 

Página 6

Intransigência de Uribe deixa Colômbia isolada na Unasul

Melhor para America do Sul é que a presença seja de sul-americanos, afirma o representante da Argentina 

Chanceler da Bolívia condena a “recusa da Colômbia em expor convênios militares com EUA”   

Honduras: atos contra golpistas por todo o país no Dia da Independência    

ONU expulsa representante dos impostores     

Juiz da curriola de Bush acoberta torturadores de Abu Graib  

O mais atingido pelas bases ianques é o povo  

“EUA tem o maior orçamento militar do mundo e usa para tomar riquezas dos demais”   

Página 7

Iraquianos em festa recebem herói das sapatadas em Bush

Resistência recebe vice Joe Biden com morteiros na “Zona Verde”

1 milhão de votos para Karzai são suspeitos,assinalam observadores da União Europeia

Pentágono desembolsa US$ 150 milhões para amestrar jornalistas no Afeganistão

NYT tenta livrar a cara dos torturadores: “Al Zaidi está em ótimo estado mas sem um dente na frente”

Obama desperdiça chance de acabar com bloqueio a Cuba

Nestlé ameaça sair da Suíça se governo limitar salários milionários dos executivos

Desemprego no Reino Unido é recorde dos últimos 14 anos

Página 8

Uma revolução na filosofia (4) 

Leia

Juro e BNDES mantêm o crescimento do PIB negativo no semestre

Telefónica deixa SP sem comunicação no meio do temporal

Lula convoca Brasil a deixar maus tempos da lei 9478 para trás

Mídia golpista tira a máscara e advoga o pré-sal para as múltis
Projeto para o pré-sal abre perspectiva para o retorno da lei 2004
Anatel libera Speedy sem que Telefónica conserte os defeitos
Trapaça para isentar teles de pagar multa abre crise na Anatel
Conselho remete as ações contra Sarney para o arquivo morto
Teles, Anatel e STJ se acertam para assaltar usuário com tarifa de DDD em ligação local
Anatel protela decisão sobre superintendente que as teles guiavam

Conselheiro denuncia lobby na Anatel para aliviar multa de teles

Sarney diz à oposição que está pronto para a paz ou para a guerra
Nova base dos EUA na Colômbia tem raio de ação para alcançar a metade do continente
Mídia inventa risco para facilitar múltis mamarem o pré-sal
Operários jogam pela janela privatizador de siderúrgica na China
Justiça bloqueia 27 fazendas de réu que Gilmar mandou soltar

Gato comeu 2 bi que AES e Duke estavam obrigadas a investir em energia até 2008

Montadora pré-falida arma com Yeda para tomar 1 bi do BNDES
Sarney anula os 663 atos secretos e exige devolução do que foi pago indevidamente
“Privatização que deu certo” cria milhões de usuários desplugados

Tropelias do BC e BNDES arruinaram PIB de 2009

OEA dá 72 horas a golpistas para que devolvam o poder a Zelaya

Dilma ultrapassa Serra no Nordeste, informam as pesquisas do Dem

BNDES desvia grana do crescimento para monopólios na UTI

Mídia golpista degola seus cupinchas para atear fogo no Senado

320 parlamentares lançam a Frente em Defesa da Petrobrás

“O pré-sal é nosso!”, entidades convocam ato dia 19 na Paulista

Sem priorizar mercado interno e as empresas nacionais não há meio de esconjurar a crise

Múltis intensificam lobby para assumir controle do pré-sal 

BC pôs Brasil na rota do tsunami elevando o juro relativo para atrair capital externo

GM já era

CPI da Petrobrás deve deixar tucanos fora da presidência e relatoria

Tucanos prosseguem com CPI sabotagem do governo FH contra Petrobrás, diz Aepet

O que o Brasil quer é saber como tucanos afundaram a maior plataforma do mundo

Múltis adquirem 30 calabares no Senado para zoar Petrobrás

União jogaria dinheiro fora se deixasse múlti faturar com o pré-sal

Para Gilmar Mendes, STF tem que se lixar para a voz do povo
Múltis querem mamar petróleo que Petrobrás descobriu no “pré-sal”

“Para quem no começo falava menas laranja é chique demais”

Bank of America e Citibank estão de pires na mão

PF indicia Dantas em cinco artigos do Código Penal

‘V. Exa. não está falando com os seus capangas do Mato Grosso’

Lula reduz o superávit primário e libera mais R$ 38 bi para investir

“País deve se basear na força do mercado interno”, afirma Lula

Empresas nacionais repelem portaria que estimula importação de máquinas usadas

BC usa “previsões” para frear queda da taxa básica de juros

Revolta contra os cupins financeiros conflagra Londres

Centrais querem mais emprego e menos juro para impedir tsunami de invadir nossa praia

Remessas ao exterior mantêm a escalada e vão a US$ 2,6 bilhões

Bancos propõem corte na renda da caderneta de poupança em prol do achaque ao Erário

Múltis drenam do país US$ 3,266 bilhões só em dez dias de março

Vale demite, reduz salários e distribui R$ 5 bi a acionistas

Sob pressão, BC recua juro outro pontinho e meio

Aumento do IDE agrava sangria de recursos do Brasil para fora

Desnacionalização e gestão temerária sufocam a Embraer

Solução para a Embraer é voltar a ser do Estado

Febraban diz que reduz spread se a União pagar conta de inadimplentes

“Decisão do governo é não emprestar a quem desemprega”, diz Lula

Lula: “Eles cultivam o ódio dos de cima contra os de baixo” 

BC assalta 80 bi das reservas para ajudar bancos em Wall Street

Juros e pilantragem de múltis fazem produção industrial encolher 19%

Repatriamento de capital por múltis ameaça as contas externas do Brasil

Juro alto do BC é o fundamento do spread aloprado

Conselheiros do CDES pedem a antecipação da reunião do Copom

Meirelles recua debaixo de vara e reduz os juros em um pontinho

Centrais fecham com Lula ofensiva contra os juros, demissões e redução dos salários

Fiesp abre guerra contra os salários dos trabalhadores

BB paga R$ 4 bilhões para Votorantim ficar com o controle do BV

Juros e alarmismo midiático freiam a produção industrial

 Israel testa Obama com chacina contra palestinos em Gaza

Para Lula, juros têm que cair no começo de 2009

Para nababos da Vale, povo duro é a melhor receita contra a crise

“Toma o beijo da despedida, seu cachorro!”

Meirelles afronta o Brasil e não reduz taxa de juros para jogar país na crise

Alencar mantém BC sob pressão: “esses juros são anomalia”

Lula a Meirelles: “juro está além daquilo que o bom senso indica”

Montadoras almoçam os R$ 8 bi do crédito e mantêm ameaça de demitir trabalhadores

Meirelles diz que não aceita baixar juro para priorizar crescimento

Juro alto dissipa 29% da renda disponível no país, afirma Ipea

Procurador avalia que há provas para Daniel Dantas pegar um ano a mais que Al Capone

“Gasto público que precisa ser cortado é o juro”, diz Ipea

Meirelles quer que Brasil traia o compromisso com G-20 sobre redução do juro

China põe R$ 1 trilhão na infra-estrutura para crescer 9% em 2009

EUA responde à crise votando em massa na mudança

Fusão de Unibanco com Itaú torna mais anti-social sistema financeiro privado

Banqueiros põem o compulsório no bolso e dão uma banana ao crédito

Greve da Polícia Civil cresce e responde a Serra nas ruas de SP

Eleições em S. Paulo opõem integridade de Marta à dissimulação indecorosa de Kassab

Governador trai promessa e dá ordem para PM atacar policiais

Marta sobe porque é Lula. Kassab cai porque é oposição

Retratação de Gabeira reafirma preconceito contra “suburbanos”

Inauguração da P-51 é resposta do Brasil à crise

Eleições dão vitória aos aliados de Lula em todas as regiões

Lula pede a S. Paulo que vote em Marta: “temos as mesmas idéias e projetos”

Veto popular assusta republicanos e trava bailout de US$ 700 bi a especulador falido

Economia na mão de especuladores levou EUA à crise, diz Lula

Para Serra, Kassab é leal. Alckmin, não

Lula mobiliza PF para fechar nossa fronteira a terroristas da Bolívia

Kassab usa Ama para passar verba pública aos grupos privados

Com inflação em queda, BC eleva juro para afundar o Brasil em 2009

Comando do Exército desmente Jobim: “a maleta da Abin não serve para escutas”

Maleta não faz grampo, apenas a varredura, diz técnico da Abin

Quadrilha pró-Dantas acusa Abin de gravar seu truta no Supremo

Trabalhadores se unem e dão apoio unânime à Marta

China desbanca EUA da liderança olímpica

Tucanos vão ao STF para derrubar o piso salarial de professor

Magistrados armam barraco no Supremo

Lula convoca UNE a deflagrar campanha do ‘Pré-sal é Nosso!’

Kassab responsabiliza Alckmin por atrofia do Metrô-SP e vice-versa

BC faz do Brasil último peru com farofa em mesa de especulador, diz Delfim Netto

Alckmin tira o corpo fora e põe na conta de Serra o desastre da Linha 4 do Metrô

BC manipula previsão de crescimento para forçá-lo a despencar