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Coréia Popular denuncia provocações do
governo sul-coreano na fronteira
Em editorial do dia 15 de janeiro, o jornal Rodong Sinmum
condenou o belicismo do grupo de Lee Myung Bak, presidente da Coréia do Sul.
O ministro da defesa nacional da Coréia do Sul, Ri Sang Hui, disse que, para
fazer frente a “possíveis ameaças de alguém”, manteria também durante esse
ano a disposição de “reação rápida” nas zonas de conflito como a linha de
limite com o Norte no Mar Oeste e a zona desmilitarizada, e que
estabeleceria o “estado de defesa em todo o território sul-coreano”.
Tais afirmações foram consideradas em Pyongyang como
provocativas e com o claro objetivo de esfriar o sentimento
pró-reunificação, assim como as aspirações de toda a nação coreana à paz na
península e à prosperidade do país.
De acordo com o editorial, pretende-se assim o
recrudescimento da campanha contra a RPDC e das manobras belicistas de
enfrentamento contra os irmãos do norte.
“Tais atitudes são tão imprudentes como manusear ao mesmo
tempo fogo e pólvora. Como um cachorro que não conhece a força do tigre, os
belicis-tas sul-coreanos buscam a salvação, para o desgaste político que
amargam, numa posição conflitiva de enfrenta-mento militar que não interessa
nem ao norte nem ao sul”, concluiu o editorial. |