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Problema
em Tupi não tem nada
a ver com pré-sal, afirma Gabrielli
A Petrobrás afirma em nota oficial que a
paralisação da produção em Tupi “não está relacionado com aspectos de
produção do campo ou de tecnologia e não têm impacto no desenvolvimento do
Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos”.
Segundo o presidente da Petrobrás, José Sergio
Gabrielli, o problema de fabricação nos parafusos de fixação da Árvore de
Natal Molhada - equipamento submarino de controle de produção - utilizado no
poço 3-RJS-646 para a realização do Teste de Longa Duração (TLD) em Tupi, é
um problema “mecânico operacional”, é comum em equipamentos submarinos e não
terá influência no desenvolvimento da exploração do pré-sal.
“Isso é um problema mecânico e específico. Não
tem nada a ver com o pré-sal. É um problema mecânico que acontece,
operacionalmente, em várias árvores de Natal. Não é só na área de Tupi”,
disse o presidente da estatal.
Gabrielli afirma que o problema detectado em
Tupi não é um indicativo de que existam poços vazios no pré-sal. “Além de
Tupi, nós somos operadores em outras áreas como Iara, Guará, Carioca, Paraty
e Bem-Te-Vi e não há nenhum problema nelas. Não há nenhuma chance de haver
poço vazio nessas áreas. Nós tivemos 100% de sucesso até agora”.
Os parafusos são produzido pela empresa
americana Cameron do Brasil.
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