|
CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Privatismo
Esse vale tudo usado pela oposição para criar
mais uma CPI mostra duas coisas: uma, que esse bando não consegue mesmo
ser criativo na sua tentativa de derrubar o presidente Lula; outra, que
não tem nenhum projeto alternativo para o país - a não ser privatizar o
que der, e se possível, até mesmo a Petrobrás. Além disso, esse
comportamento típico de adolescentes baderneiros aprofunda a sensação já
existente em grande parte do povo de que o Parlamento brasileiro é
absolutamente inútil - um sentimento muito perigoso para a consolidação
da democracia. Ninguém quer um Estado de pensamento único. Mas quando se
vê figuras como os senadores Arthur Virgílio, Tasso Jereissati, Álvaro
Dias, ou deputados como o inacreditável Raul Jungman, só para citar
alguns dos mais notórios integrantes da tropa de choque antigoverno,
fica-se com a impressão de que, realmente, é uma estupidez o Estado
brasileiro gastar sequer um centavo com essa gente.
Carlos Motta – por correio
eletrônico
Petrobrás
Companheiros: à altura em lhes escrevo, a máfia
peessedebista, numa manobra madrugal e escusa, bem ao estilo dela,
conseguiu instalar a CPI da Petrobrás. Faz quase oito anos que essa
quadrilha voa muito alto para suas pobres asas galináceas tentando
derrubar o presidente Lula. Vendo que não consegue, e diante da falência
sem remissão dos seus capos da Wall Street, resolveram investir pesado e
urgente contra a Petrobrás. Os cachorrinhos Washington têm urgência em
entregar o nosso ouro negro a seus bandidos chefes! Mais que nunca, nós,
cidadãos brasileiros, precisamos reassumir a bandeira “O Petróleo É
Nosso”. Sugiro que este assunto seja levado ao forum do Partido da
Libertação Nacional.
Doris Gibson – por correio
eletrônico
A (H1N1)
A diretora-geral da Organização Mundial da
Saúde, Margaret Chan, disse em Genebra que o vírus da gripe H1N1 deve
continuar a se disseminar rapidamente entre as pessoas, dentro dos
países e ao redor do planeta. Talvez seja a primeira vez na história em
que o mundo inteiro contempla, em capítulos, tal qual uma novela, o
desenvolvimento de uma grande tragédia. Primeiro foi a preocupação com o
nome da gripe, que agora tem vários nomes. Descoberta uma vacina, a
preocupação agora é com a produção da mesma. Os laboratórios dizem que
não têm condições de fazer uma produção em massa da vacina, pois teriam
que paralisar a fabricação da vacina contra a gripe comum. Acho que
nunca se ouviu algum representante da indústria de armas alegar que
teria de paralisar a fabricação de aviões de guerra para poder aumentar
a produção de tanques, bazucas, metralhadoras, fuzis e similares. Essa
coisa toda parece história do outro mundo.
Wilson Gordon Parker - Nova
Friburgo (RJ)
Antifumo
Quero saber se a lei antifumo a vigorar a partir
de agosto vale para todo e qualquer recinto público, sem exceção à
regra. Pois se assim for, a lei terá que ser aplicada também dentro de
todo sistema prisional aqui de São Paulo. Ou não? Alguém saberá me
informar?
Mara Montezuma Assaf - São
Paulo (SP)
Datas comemorativas
Diversos deputados de Pernambuco, para
justificar os salários e as mordomias de marajás que recebem, optam por
ficar “embromando” durante a maior parte do mandato, criando projetos
que são verdadeiras “abobrinhas”. A comprovação desse fato foi
explicitada em uma matéria divulgada por um matutino pernambucano, na
qual ficou esclarecido que dos 45 deputados, 29 apresentaram projetos
propondo a criação de alguma data festiva, sendo que alguns tiveram o
desplante de apresentar mais de um projeto nesse sentido.
Júlio Ferreira - Recife (PE)
Irã
Os governantes judeus sionistas israelenses
dizem a todo instante que vão atacar o Irã a qualquer momento. Até os
EUA já aconselharam os sionistas a não praticarem tal ato pois será
desastroso, já que o Irã é gigantesco, com uma população imensa, e tem
um exército preparado para tudo, com mais de 1 milhão de soldados, além
de possuir armamento de última geração. Os israelenses, protegidos do
Tio Sam, sonham em dominar todo o Oriente Médio, mas o sonho pode se
transformar em um terrível pesadelo.
Fernando Cezar – por correio
eletrônico |