O testemunho do mais eminente ministro da Agricultura soviético 

Benediktov: A URSS na época de Stalin e depois dele - (4) 

V. Litov, o jornalista que em 1980 entrevistou Ivan Benediktov, ex-Comissário do Povo para a Agricultura da URSS, era um homem formado durante os anos de contra-revolução revisionista, ou seja, após o chamado “relatório secreto” de Kruschev no XX Congresso do PCUS, em 1956. Assim, não surpreende que ele expressasse alguns arraigados preconceitos contra Stalin e sua época. Mas, certamente, Litov era um homem honesto, que queria saber a verdade. Por isso ele insiste em questionar Benediktov sobre aquele período histórico, em especial sobre a repressão à quinta-coluna na segunda metade dos anos 30, quando a URSS estava a cada dia mais ameaçada pela guerra que o nazismo não tardaria a desencadear. Resumimos aqui a essência desses questionamentos e das respostas de Benediktov. O leitor poderá ler a íntegra no site “Para a História do Socialismo” (http://hist-socialismo.blogs.sapo.pt)

 LITOV - Confronto-me frequentemente com auditórios de jovens que colocam muitas perguntas sobre o tema do culto da personalidade e das repressões. Por que é que você, participante e testemunha nestes acontecimentos, não nos dá a sua opinião, a sua versão, a sua hipótese?

BENEDIKTOV - As repressões dos anos 30 e parte dos anos 40 resultaram, principalmente, de fatores objetivos. Em primeiro lugar, da resistência encarniçada dos declarados e, em especial, dos dissimulados inimigos do Poder Soviético. Os primeiros eram significativamente menos numerosos que os segundos, e nisso residia toda a dificuldade.

Nem de longe todos os que, em consequência da Revolução de Outubro, perderam a sua riqueza, os privilégios, a possibilidade de viver à custa do trabalho dos outros, fugiram para o estrangeiro. Muitas dessas pessoas, aproveitando-se da confusão e da balbúrdia dos primeiros anos pós revolução, conseguiram infiltrar-se no aparelho de Estado e no Partido, até mesmo no NKVD [Comissariado do Povo dos Assuntos Internos]. Tanto mais que havia grande carência de pessoas formadas, de especialistas qualificados. A “quinta coluna” potencial era constituída por uma parte significativa da inteligentsia anterior à revolução, que tinha perdido uma série de privilégios e regalias, designadamente no plano material, e estava agora a serviço do aparelho soviético, como se costuma dizer, a contragosto, por não ter outra alternativa... Com essa “quinta coluna” relacionavam-se os nepmans [empresários do período da Nova Política Econômica], tal como os kulaks [proprietários rurais ricos], que odiavam o Poder Soviético. Um perigo menor, mas perfeitamente perceptível, vinha da atividade clandestina dos grupos e grupelhos políticos da burguesia, pequena-burguesia e até de monárquicos, muitos dos quais mantinham ligações regulares com os círculos da emigração. Tudo isso não era uma invenção do Stalin ou do NKVD, mas a mais prosaica realidade existente.

Basta dizer que no decurso das investigações do chamado caso Prompartia [partido industrial], que tinha evidentes objetivos anti-soviéticos, foram desmascaradas cerca de duas mil pessoas que de forma consciente e orientada praticavam atos de sabotagem. Em meados dos anos 30, testemunhei pessoalmente casos de sabotagem consciente na indústria química e de curtume. E mesmo no Comissariado do Povo dos Sovkhozes [fazendas estatais] da RSFSR [República Soviética Federativa Socialista da Rússia] e no Comissariado do Povo da Agricultura da URSS, onde trabalhei, alguns especialistas vindos da inteligentsia anterior à revolução não perdiam uma oportunidade para nos passar uma rasteira.

A atividade da oposição trotskista-zinovievista e mais tarde bukharinista era reforçada com este tipo de ações subversivas. É verdade que os seus líderes, ainda nos finais dos anos 20, foram obrigados a recuar e a intervir com discursos de arrependimento. No entanto, muitos correligionários de Trotsky e de Bukharin tinham ficado nos aparelhos do Partido e do Estado, no Exército, nos órgãos de segurança de Estado, onde prosseguiam a sabotagem ao Poder Soviético no campo ideológico, evocando hipocritamente os ideais de Outubro. Note-se que também no comando do Exército Vermelho havia muitos oficiais czaristas. Muitos deles, incluindo Tukhachevsky, Iakir, Uborevitch e outros, passaram-se para o lado dos bolcheviques na sequência de um grande trabalho de organização e propaganda realizado por Trotsky. É certo que a maioria dessas pessoas, conservando certos preconceitos e convicções antigas próprios do seu extrato social, eram leais ao Poder Soviético. Mas havia quem andasse de cara virada, o que constituía uma ameaça determinada, uma vez que Trostky, já emigrado, conseguia manter ligações regulares com os descontentes no interior do País. E nem sequer é preciso falar dos muitos agentes enviados nos anos 30 para o território da União pelos serviços de espionagem capitalistas.

É evidente que os adversários do Poder Soviético, não obstante representarem por certo alguns milhões de pessoas, constituíam uma clara minoria do povo. No entanto, dada a importância dos cargos que exerciam, o seu nível intelectual mais elevado, educação e conhecimentos, ignorá-los como potencial ameaça para o socialismo teria sido uma leviandade criminosa, inadmissível para um político sério. Numa situação em que os países capitalistas não escondiam a sua hostilidade e se aproximava o embate com o fascismo, o governo do País estava simplesmente obrigado a empreender firmes medidas em grande escala para se resguardar de possíveis ataques pelas costas, neutralizar a potencial “quinta coluna” e garantir a máxima unidade nos escalões de direção do Partido, Estado e Exército.

Em suma, as repressões dos anos 30 foram, no seu fundamento, inevitáveis. Penso que se tivesse vivido mais 15 anos, Lenin teria tomado a mesma via. Não é por acaso que os críticos mais consequentes de Stalin e do chamado “stalinismo” cedo ou tarde acabam criticando Lenin. Em última análise, não se pode acusar essas pessoas de falta de lógica.

Não tenho dúvidas de que Stalin tomou medidas concretas para a correção dos excessos cometidos e para a libertação de pessoas honestas da prisão. Aliás, naquele período não se fazia muita cerimônia com os caluniadores e denunciantes. Muitos deles, após os desmascaramentos, eram metidos nos mesmos campos para onde tinham sido enviadas as suas vítimas. Paradoxalmente, muitos deles, soltos no período de Kruschev, vendo-se em liberdade, desataram a apregoar mais alto que todos sobre as ilegalidades stalinistas, conseguindo até publicar memórias sobre o assunto.

 

LITOV - Desculpe, mas o que você diz sobre a não participação de Stalin na repressão de pessoas honestas não é convincente. Mesmo admitindo isso como verdade, então, em primeiro lugar, ele tinha a obrigação de reconhecer perante todo o povo as ilegalidades cometidas, em segundo lugar, reabilitar os que sofreram injustamente e, em terceiro, tomar medidas para que tais ilegalidades não pudessem ocorrer mais no futuro. Veja que nada disso foi feito…

BENEDIKTOV - Visivelmente, você não conhece os fatos. No que respeita às duas primeiras considerações que você faz, lembro-lhe que o Plenário de janeiro de 1938 do CC do PCU(b) [Partido Comunista de toda a União (bolchevique)] reconheceu publicamente as ilegalidades cometidas em relação a comunistas e pessoas sem partido honestas, aprovando sobre esse assunto uma resolução específica que foi, aliás, publicada em todos os jornais nacionais. De forma igualmente aberta, o XVIII Congresso do PCU (b), em 1939, referiu-se aos danos causados em todo o país pelas repressões não fundamentadas.

Imediatamente após o Plenário do CC, em janeiro de 1938, milhares de pessoas reprimidas ilegalmente, incluindo militares, começaram a regressar dos locais de reclusão. Todos foram oficialmente reabilitados e Stalin apresentou pessoalmente desculpas a alguns deles.

No que se refere ao seu terceiro considerando, já lhe disse que o aparelho do NKVD foi provavelmente o mais atingido pelas repressões, uma grande parte exatamente por ter sido chamada a responder pelos abusos de poder e represálias sobre pessoas honestas...

Mas falemos agora das medidas contra as repressões tomadas pelo XVIII Congresso do PCU(b), em 1939, que revogou a prática, comum até então, de depurações regulares no Partido. Na minha opinião pessoal, considero que foi uma decisão errada. Preocupado com os danos causados pelas repressões em massa, Stalin caiu no outro extremo e nitidamente precipitou-se. Lenin estava muito mais próximo da verdade quando sublinhou que o partido governante deve depurar-se constantemente dos que se aproveitam do poder e dos que a ele se encostam. O esquecimento deste ensinamento custou-nos terrivelmente caro. É verdade que só agora nos damos conta disso, na época não duvidei da justeza da decisão tomada.

A propósito das perguntas que me tem feito, veio-me à memória um episódio. Quando, nos finais de 1939, muitas pessoas condenadas injustamente começaram a regressar dos locais de reclusão aos comissariados da Agricultura, expressei, na presença de Stalin, a minha satisfação a respeito deste assunto. A sua reação, no entanto, foi para mim inesperada.

“- Para onde é que vocês estavam olhando antes?”, perguntou, zangado, Stalin. “Provavelmente vocês até conheciam essas pessoas, compreendiam em que situação se encontravam. Por que, afinal, não intercederam em sua ajuda e não vieram falar comigo? Não querem enfrentar chatices? Se desejam uma vida sossegada devem sair do Comissariado. Aí, as ‘sábias corujas’ podem causar muitos prejuízos”.

 

LITOV - Permita-me que lhe coloque mais uma pergunta ardilosa. Você teria conservado o seu cargo se interviesse em favor, digamos, de Tukhatchevski, Voznessenski ou de Bliukher? A opinião corrente é que foram reprimidos porque Stalin os encarava como concorrentes na luta pelo poder…

BENEDIKTOV - Em favor das pessoas que enumerou não teria intercedido pela razão simples de que estava inteiramente convencido da sua culpa, como, aliás, estava a esmagadora maioria dos soviéticos. Quanto à “luta pelo poder” e à eliminação dos “concorrentes”, desculpe mas não passam de invenções ocas.

Encontrei-me e conversei com Stalin dezenas de vezes, vi como ele decidia os problemas, como se relacionava com as pessoas, como refletia e hesitava, procurando saídas para as situações mais complicadas. Posso afirmar peremptoriamente: sentindo profundamente os mais altos interesses do Partido e do País, ele nunca teria sido capaz de os pôr em causa, eliminando como potenciais concorrentes pessoas talentosas. Os pretensos peritos que, com ar catedrático, proferem tais tolices, simplesmente não conhecem a verdadeira situação de como as coisas se faziam na direção do País.

Apesar da opinião corrente, nesses anos, todas as questões, incluindo as que se relacionavam com a destituição de figuras destacadas do Partido, do Estado e Exército, eram decididas no Politburo de forma coletiva. Nas reuniões do Politburo havia frequentemente debates e discussões inflamadas, onde eram expressas opiniões diferentes, por vezes opostas, naturalmente enquadradas nos objetivos angulares do Partido. Não havia uma unanimidade implícita e submissa – Stalin e os seus camaradas não suportavam tal coisa. Digo isso com inteiro fundamento porquanto estive muitas vezes presente nas reuniões do Politburo.

É verdade que o ponto de vista de Stalin, regra geral, impunha-se. Mas isso acontecia porque ele objetivamente equacionava os problemas de forma aprofundada, via mais longe e mais fundo que os outros. Houve casos, bastante raros é certo, em que Stalin ficou em minoria nas votações. Isto aconteceu em particular no referente às repressões, matéria em que Stalin tinha posições mais “suaves” dos que muitos outros membros do Politburo.

 

LITOV - E quanto a Tu- khatchevski…

BENEDIKTOV - Não se cansam de repisar o mesmo: Tukhachevsky, Tukhachevsky… por todo o lado se ouve que o verdugo Stalin matou o mais talentoso cabo-de-guerra soviético. Quantas vezes falei sobre os anos 30, e sempre a mesma pergunta… Até que um dia, já farto de tudo isso, fui ter com um velho conhecido, aliás, crítico assumido de Stalin, que esteve diretamente ligado ao trabalho da comissão para a reabilitação de Tukhachevsky.

“- Era um homem complicado”, respondeu-me. “Não lhe agradava a direção do Partido no Exército e também não lhe faltava presunção e arrogância aristocrática. No entanto, raramente aparecem chefes militares como ele, com um avanço de décadas, um enorme talento, não era por acaso que os alemães o temiam mais do que a todos os outros. Foram eles que forjaram a falsificação e o NKVD fabricou o processo. Do ponto de vista jurídico, a acusação é totalmente inconsistente. Foi justamente reabilitado, não tenha dúvidas”.

«-Espera aí, então tanta fumaça e afinal não havia nenhum fogo? A acusação foi assinada por Bliukher e Alksnis. Você sabe que não eram capazes de caluniar gente honesta mesmo sob ameaça de morte…”

“- Sim, houve alguma coisa. Foi apurado que Tukhachevsky convocou uma reunião secreta, onde foram discutidos os planos para a destituição de Vorochilov (então Comissário do Povo para a Defesa). Mas juridicamente nenhum aspecto da acusação ficou provado”.

«- Como é que é? Em qualquer país isso é motivo suficiente para a destituição e mesmo para julgamento. Em todo o lado os ministros da Defesa são destituídos e nomeados pelas mais altas instâncias. Você pensa que Tukhachevsky estava pensando em convencer Stalin e outros membros do Politburo com a sua eloquência? Então, por que a reunião foi secreta? O que temos é um caso de conspiração, de traição ao Estado…”

“- Não fique exaltado, Ivan! Você nunca entendeu grande coisa de jurisprudência. São necessárias provas concretas, fatos precisos, indícios irrefutáveis, numa palavra, todos os atributos da legalidade, e neste caso tudo foi forjado. E também não é verdade que Tukhachevsky fosse um traidor, o mais provável é que se tenha tratado de um caso de intriga, de uma luta entre o talento e a nulidade…”

Juridicamente não sei, mas do ponto de vista da defesa dos interesses do país, se é verdade que Tukhachevsky e o seu grupo tinham a intenção de destituir o Comissário do Povo para a Defesa, era necessário removê-los de cargos decisivos! A guerra aproximava-se no mapa, estava em causa o destino do socialismo, do povo, manter no mais alto comando pessoas capazes de infringir a mais elementar disciplina, o seu dever militar, teria sido um crime. Podemos imaginar o rumo que tomariam os acontecimentos se, nos momentos críticos da guerra, em vez de um só general que traiu a Pátria, Vlassov, tivéssemos tido algumas dezenas, ainda para mais nos postos mais influentes! E de pouco nos serviria que o golpe pelas costas ao «regime stalinista» assentasse ou não em «pressupostos ideológicos». O resultado teria sido o mesmo. O exército francês foi destroçado em poucas semanas pelos fascistas em grande parte porque nos círculos político-militares do país não havia unidade, os generais brigavam com os políticos e entregam-se a sentimentos derrotistas.

 

LITOV - A sua opinião é convergente com as posições de uma destacada figura do Partido Bolchevista, próxima de V.I. Lénine, Helena Dmitrievna Stassova. Helena Dmitrievna insurgiu-se contra as ações de Kruschev, considerava-o como um “aventureiro irresponsável”, um «visionário fantasista». A sua análise também se aproxima das considerações do grande escritor alemão L. Feuchtwanger, que visitou a União Soviética em 1937 e publicou as suas impressões num livro. Feuchtwanger quis investigar pessoalmente se na realidade Stalin estava a eliminar pessoas com talento só para reforçar o seu regime e o seu despotismo. O escritor, que manifesta o seu desacordo de princípio com os métodos “bolchevistas” de governo, em particular no “campo das artes”, esteve presente nos processos de Piatakov e de Radek, conversou pessoalmente com muitos acusados e chegou à firme conclusão de que os processos eram inteiramente fundamentados e que as ações de Stalin e dos seus camaradas correspondiam aos mais altos interesses do povo e do Estado soviético. Feuchtwanger qualificou o comportamento de muitos intelectuais ocidentais, que lançaram rumores sobre as “malfeitorias stalinistas”, como míopes, indignos e infames. Mas tudo isto, tal como as opiniões, é pouco convincente: há demasiados fatos evidentes que o contradizem...

BENEDIKTOV - Pense ainda numa coisa. Nos “despóticos anos 30”, as atas dos processos políticos eram publicadas e eram de fato acessíveis a qualquer pessoa, apesar de conterem opiniões e versões contrárias à posição oficial. Com Kruschev, partidário da “abertura” e da “transparência” [glasnost, em russo], tudo isso foi colocado em fundos secretos e de acesso reservado. Não terá sido porque esses documentos contradizem a “evidência” dos “fatos” apresentados e interpretados oficialmente?

Quanto a Feuchtwanger, o que lhe posso dizer é que não estava sozinho. Romain Rolland, Henri Barbusse, Anderson-Nexö e outros escritores progressistas, cientistas e artistas plásticos, apoiaram abertamente a política de Stalin e dos seus camaradas. Mesmo Einstein recusou-se a subscrever um apelo condenando as repressões... É um fato indesmentível que a nata da intelectualidade ocidental, que permaneceu fiel aos ideais do progresso e do humanismo, demarcou-se da campanha estridente de desmascaramento “dos crimes stalinistas”. Ao contrário, os hipócritas e sediciosos, que traíram estes ideais, chegando ao colaboracionismo com o fascismo e a reação, berraram mais alto que todos contra o “terror stalinista”. É também um bom assunto para refletir...

Continua na próxima edição.


Primeira Página

 

Página 2

Montadoras iniciam campanha para permanecer sem pagar IPI

BC autoriza bancos a gastar dinheiro das reservas com dívidas no exterior

Vale amealha lucro líquido de R$ 21 bilhões e demite

Mineradora entrega sua parte na Usiminas à Nippon Steel

Parlamentares e prefeitos discutem demissões na CSN

Ibama concede licença definitiva para Angra 3

Navio hidroceanográfico vai pesquisar Amazônia Azul

Petrobrás perfura mais um poço no pré-sal

Expediente

Página 3

Direção da Embraer colocou 50,9% das ações nos EUA

Assembléia-PR repele veto do STF a Maurício Requião

Jarbas posa de vestal e diz que tem horror aos refletores da mídia

TSE cassa mandato do governador do MA

CPI conclui que não houve ilegalidade na atuação da Abin na operação Satiagraha

Serra e Aécio boicotam construção de 1 milhão de moradias populares

Página 4

Ipea: corte da Selic para 7% renderia R$ 43 bilhões ao país

Economistas se reúnem com Lula e pedem aceleração da queda do juro

Requião debate com Sarney votação de projeto que acaba com multa ilegal da STN

Campinas inaugura Estação de Tratamento de Esgoto Capivari I

Serra fecha contrato de R$ 3,7 milhões com Abril

João Goulart é anistiado

47 entidades rurais contestam declarações de Gilmar Mendes

Cartas

Página 5

Professores farão greve nacional em defesa do Piso do Magistério

Sindicalistas pedem a Lula que garanta a readmissão dos demitidos da Embraer

Bancada do PT na Câmara afirma que as demissões na Embraer são injustificadas

Gilmar Mendes, mídia e delinqüência

O Dia Internacional da Mulher e a luta contra o preconceito

Força Sindical propõe ato unitário das centrais, quarta, pela redução dos juros

Página 6

Banco texano quebra e some com dinheiro de venezuelanos

Venezuela determina produção mínima de alimentos básicos

Corte da ONU persegue presidente do Sudão e faz vista grossa a crimes no Iraque e Gaza

Intelectuais israelenses condenam limpeza étnica com destruição de casas em bairros árabes de Jerusalém 

Artigo: A democracia cubana e o Intersom-Debates

União Africana exorta Guiné Bissau a investigar e punir assassinos do presidente

Página 7

EUA tem a maior queda nas vendas de carros em 28 anos

Produção industrial do Japão encolheu 30,8% em 12 meses

Rússia: invasores são responsáveis por aumento de drogas no Afeganistão

Governo Obama apresenta plano com redução de juro e aumento de prazo para ajudar mutuários

Presidente russo nega-se a pressionar Irã para que EUA desista de escudo antimíssil

Mudanças saudáveis no Conselho de Ministros

Governo cubano divulga nota sobre as mudanças

Página 8

Benediktov: A URSS na época de Stalin e depois dele - (4) 

 

Leia

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