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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Hora do Povo
Estou simplesmente surpreendido pela veracidade e honestidade com que
vocês expõem os fatos e matérias relacionadas à nossa realidade.
Matérias como ‘O Terrorismo da Mídia Contra Cuba’, por exemplo, está
perfeita. Essas informações deveriam ser publicadas para o Brasil todo
ver, para, a partir daí, as pessoas pensarem, refletirem e deixarem de
ser míseros alienados da mídia imperialista. Não há como negar que a
doutrina capitalista aumenta a cada dia as desigualdades sociais, a
fome, a violência etc. Tudo o que importa é o lucro. As pessoas hoje não
vivem, apenas existem. Outra matéria fantástica foi a do presidente
Lula, no momento em que ele disse que ‘quem faz campanha antecipada são
só os tablóides de sempre’. Modéstia a parte, o jornal está de parabéns.
Grande reportagem em que esboça os fatos verdadeiros, ao contrário
destas imprensas mesquinhas que desde 2002 esboçam o tucano conde
Drácula José Serra candidato à presidência. Temos que fazer ouvir a
nossa voz, já chega dessa mídia elitizada, que só quer o bom e o melhor
para si e o povão que se vire (para não falar uma palavra pior). Enfim,
continuem com essa mesma seriedade e honrando o nome do jornal – A Hora
do Povo - o único que, de verdade, parei para ler, porque expressa os
fatos de um lado que não estamos acostumados a ver. Sempre que puder,
continuarei comprando os exemplares para ficar por dentro do que
acontece de verdade em nosso país e no mundo. Muito Obrigado. De
coração.
Diego Neves Oliveira – por correio eletrônico
Nota da Redação:
Obrigado,
Diego, por suas palavras muito generosas. Tem até uns repórteres e
editores aqui que estão se achando o máximo. Brincadeira à parte,
faremos o possível para melhorar. E se quiser beber um cafezinho aqui na
redação, é só aparecer. Será uma honra.
Jornal
Estranho como o JN dispensou uma longa trajetória para a candidata Dilma
Rousseff e foi tão parcimonioso com o opositor José Serra, quando um
jornal de tal envergadura deveria pautar pela imparcialidade. É de se
colocar as barbas de molho para os próximos meses e vamos ver se, quando
chegar o momento de entrevistar os candidatos, Fátima Bernardes vai
repetir a mesma pergunta que fez, na ocasião, à candidata H. Helena –
“Como vai conseguir governar sem ter qualquer experiência neste sentido?
(Certamente tinham certeza de que Lula possuía muita experiência).
João Roberto Gullino – Petrópolis (RJ)
Nota da Redação:
Realmente, o
Jornal Nacional está sendo muito parcial a favor da Dilma. Mais um pouco
e eles convidam um repórter inglês, um tal Jack, o Estripador, para
entrevistá-la. Tudo porque o Ali Kamel gosta muito dela. Agora, leitor,
Dilma governou o Brasil, junto com o presidente Lula, por quase oito
anos. Seria ótimo se a Fátima Bernardes fizesse essa pergunta a ela.
Infelizmente, não temos essa esperança. Quanto ao Lula, tinha, como
demonstrou, imensamente mais condições para governar do que o Fernando
Henrique. Sabe por quê? Porque ele queria governar - e não destruir o
país.
Democracia
Imaginava que os admiradores das ditaduras comunistas haviam
desaparecido juntamente com a ex-União Soviética. Ledo engano.
Sergio Villaça – Recife (PE)
Nota da Redação:
Veja só como
são as coisas, leitor. Nós aqui nunca imaginamos que os adeptos de
Hitler e Mussolini desapareceriam com eles. Não é interessante?
Mandato
Todos os ministros (parlamentares), que deixaram os seus cargos no
governo para se dedicarem à campanha eleitoral são uns tremendos
oportunistas políticos, que desrespeitam brasileiros. Passam cheques sem
fundos ao eleitor dizendo que vão exercer os seus mandatos, mas depois
de eleitos dão uma banana ao povo e vão desempenhar outros cargos na
administração pública para os quais não foram eleitos.
Julio César Cardoso – Camboriú (SC)
Nota da Redação:
Não
entendemos, leitor. Você está contra os parlamentares ou contra os
ministros? Ou está a favor de proibir os parlamentares de serem
ministros? Imagina só o Churchill, que foi ministro umas 10 vezes
somente porque era parlamentar. Que que ele ia fazer? Recusar o
ministério em vez de ajudar o Stalin a derrotar o Hitler? O rei da
Inglaterra não ia gostar. Aliás, apesar dos pesares, nem o Stalin, que
também era deputado no Soviete da URSS. E o Tancredo? E o Getúlio? Todos
foram ministros quando eram parlamentares. Acho que a sua proposta tem
alguma coisa estranha – afinal, ninguém é eleito ministro.
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