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Lideranças debatem pré-sal, PAC e PNBL
Uma nova lei do
petróleo e a universalização da banda larga foram temas abordados nas
intervenções no Encontro do PPL dia 21. Segundo o presidente do partido,
Sérgio Rubens, os dois projetos “no nosso entender pelo seu alcance são os
mais estratégicos do governo Lula”.
O presidente da
Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet) e vice-presidente do PPL,
Fernando Siqueira, denunciou que FHC abriu o subsolo brasileiro às
multinacionais e quebrou o monopólio da navegação de cabotagem, das
telecomunicações e do petróleo. “Assassinou 5 mil empresas criadas com apoio
da Petrobrás para fabricar equipamentos de petróleo, quando isentou empresas
estrangeiras do imposto de importação e deixou as empresas nacionais sem
condições de competir”, disse.
Siqueira disse
que o presidente Lula “substituiu o diretor de exploração da Petrobrás que
vinha enrolando, com o objetivo de entregar as áreas para a ANP leiloar, por
um diretor Guilherme Estrella que intensificou as pesquisas. Em oito meses,
antes do pré-sal, descobriu metade das reservas brasileiras até então e
incentivou os técnicos para explorarem o pré-sal”.
“Nós temos muito
que comemorar em nosso primeiro aniversário, porque a mobilização que está
ocorrendo para formar o PPL é um passo à frente em nossa luta para construir
um país independente. A libertação da nossa pátria da dominação econômica
estrangeira e a construção de um projeto de desenvolvimento para o país
depende muito da nossa colaboração e do nosso empenho”, destacou a
vice-presidente do PPL, Rosanita Campos. “Se nós apreendermos o informe do
companheiro Sérgio Rubens, conseguiremos eleger a nossa companheira Dilma à
presidência da República, para levar adiante a luta do povo brasileiro por
um país justo, que garanta uma vida melhor para todos os brasileiros”,
acrescentou.
O tesoureiro da
CGTB, Lindolfo dos Santos, resgatou os avanços obtidos pelos trabalhadores,
“com a criação de 12 milhões de empregos e o aumento real do salário mínimo
em 53,67%” e afirmou: “precisamos democratizar os meios de comunicação,
garantindo o acesso à produção cultural nacional e restabelecer a Telebrás
para levarmos de fato a banda larga para o povo brasileiro”. |