O assassinato de John Kennedy (2)

Um dos fatos menos conhecidos do governo Kennedy aconteceu em 4 de junho de 1963, portanto, cinco meses antes de seu assassinato. Desde 1913, com o Federal Reserve Act, o dólar era – como é hoje – emitido por um comitê de bancos privados, que age como banco central dos EUA. O governo e o presidente não têm autoridade sobre a emissão de moeda. Apesar desta ser pública, sua fabricação e lançamento em circulação é um assunto privado do cartel bancário.
“John Kennedy”, relata Stephen Lendman em “O templo e os seus segredos sujos” (HP, 05/12/2008), “planejara acabar com o Federal Reserve System para eliminar a dívida nacional que um banco central cria ao imprimir dinheiro para passá-lo ao governo como empréstimo. (…) Ela [essa dívida] fez os banqueiros ricos (sendo precisamente essa a ideia) e o público mais pobre, porque nós é que pagamos a conta. Não é exagero chamar a isto a maior falcatrua financeira da história do mundo, que fica maior a cada dia. (…) Kennedy entendeu o perigo para o país e o fardo que o público carregava. Assim, no dia 4 de Junho de 1963, ele emitiu a ordem presidencial EO 11110, dando ao presidente a autoridade de emitir a moeda. Em seguida, ordenou ao Tesouro dos EUA que imprimisse mais de US$ 4 bilhões em ‘Notas dos Estados Unidos’ para substituir as ‘Notas do Federal Reserve’. Ele queria substituir as notas todas para que, assim que houvesse em circulação uma quantidade suficiente da nova moeda, acabar com o Federal Reserve System e o controle dos banqueiros internacionais sobre o governo dos EUA e o seu povo. Apenas alguns meses depois que o plano de Kennedy começou a ser efetuado, ele foi assassinado em Dallas no que foi seguramente um golpe de estado disfarçado”.
É exatamente esse golpe de estado o tema de Nelson Werneck Sodré no texto que hoje continuamos a publicar.

C.L.

NELSON WERNECK SODRÉ

Continuação da edição anterior

A repercussão em todo o mundo foi tremenda: desde o momento em que as agências telegráficas informaram do assassínio de Kennedy, e por sentimento intuitivo, por toda parte os homens sentiram a grandeza da tragédia e sua profunda significação política e humana. A direita brasileira, naturalmente – por coincidência, em fase ofensiva e de aliciamento conspiratório de militares para a derrubada do governo -, colocou o problema nos termos que o complexo monopolista-militar, de que é instrumento aqui, considerava adequados, e que a imprensa de Hearst destacara, quando informava em manchete: “AGENTE COMUNO-CASTRISTA ASSASSINA NOSSO PRESIDENTE”. Assim, o conhecido provocador ibadiano Armando Falcão, no dia 26 de novembro, afirmava: “Quem sabe se, com a morte de Kennedy, Deus não escreveu direito por linhas tortas?” E explicava: “O crime talvez venha sacudir os povos do mundo, despertando-os para o combate ao comunismo”.
No mesmo e sinistro diapasão afirmou o governador da Guanabara [N.HP: Carlos Lacerda], outro anticomunista profissional, em sua entrevista à revista Manchete, de 7 de dezembro: “Era lícito pensar, à primeira vista, que o assassino de Kennedy fosse um racista exaltado, um fanático exasperado com a posição que o presidente americano tomou em defesa dos direitos do negro. Neste sentido, pronunciou-se, incontinenti, a imensa maioria das publicações ‘burguesas’ do Brasil. Era, repito, razoável pensar assim, à primeira vista. No entanto, logo às primeiras horas, foi preso como suspeito um comunista adepto de uma liga castrista, que esteve na Rússia, que até quis adotar a cidadania russa etc. Isto, é claro, não significa que ele deixe de ser um fanático ou um paranoico. Mas quer dizer que ele não é um fanático racista e sim um fanático comunista. Um desses intoxicados pela propaganda do ódio, vítima de suas próprias ilusões, movido por mil frustrações obscuras, violentamente explodem na vontade de destruir, disfarce habitual da vontade de poder”. Deixando de lado a coincidência do sentido autobiográfico do último período dessas declarações, é interessante acrescentar a marca do anticomunismo e do sentido de aproveitar para ampla provocação belicista e retrógrada o atentado contra Kennedy. A linha texana, em seu estado de pureza.
Não foi essa, para mágoa da direita subdesenvolvida, entretanto, a reação mundial. L’Osservatore Romano identificou os verdadeiros responsáveis pelo crime, sem nenhuma dificuldade, ao afirmar, em seu editorial de 23 de setembro: “Qualquer que seja o pretexto com que se marcaram os impulsos de um fanático do ódio, expressam a condenação não de situações iníquas, mas sim da obra da paz, da liberdade, do progresso, de igualdade e de dignidade para todos os homens, desejados pelo presidente norte-americano, que combatia apenas os demônios do mal social e da hecatombe internacional”. O primeiro ministro soviético enviou mensagem ao novo chefe do governo dos Estados Unidos, afirmando: “Seu assassínio constitui grave golpe para a causa da paz e para os que lutam por manter boas relações entre os nossos países”, enquanto Valerian Zorin
[N.HP: embaixador da URSS na ONU] assim se manifestava: “Os pormenores dessa inominável ação maléfica não são ainda conhecidos, mas é lícito afirmar que ela foi dirigida pelas forças obscuras que pensavam horrorizadas na perspectiva de uma melhora de relações entre a URSS e os Estados Unidos, de uma redução da tensão internacional”. O dirigente sindical e presidente da Associação dos Camareiros em Carros Dormitórios, um dos organizadores da marcha sobre Washington, declarou: “A segunda emancipação do homem negro da escravidão da segregação racial foi abatida por uma bala assassina”. Quando o governo americano, com a presença dos auxiliares de Kennedy na Casa Branca e pela ação de Robert Kennedy, desfez, em documento oficial, de pronto, a exploração direitista, esclarecendo que não havia prova alguma de que, no crime, houvesse qualquer sinal de interferência de potência estrangeira, a máquina americana de propaganda sofreu duro revés. A orientação passou, daí por diante, a ser outra: liquidar o assunto, afirmando que o caso estava encerrado; Oswald, o assassino, estava punido; tratava-se, agora, de tocar para frente, prestigiando o novo presidente.
A população de Dallas foi convidada pelos jornais a retornar às suas tarefas. Os aparelhos de rádio e os transistores levavam a todos, entre músicas de baile e anúncios dentifrícios, a palavra de ordem de “recuperar a confiança em si mesmos, em sua cidade, em sua polícia”. “A hora de lágrimas passou” – aduziam – “, que todos os bons cidadãos se reúnam para a defesa de nossa cidade”. “Podemos estar tristes, mas não temos o direito de estar envergonhados”, afirmou George McLendon, diretor e proprietário de uma das emissoras locais.

[NOTA DO AUTOR: Eis um quadro de Dallas, traçado por alguém que conhece bem a cidade, o Estado, os Estados Unidos: “O isolacionismo político, o macartismo, a indiferença em relação ao crime, o desinteresse pelos problemas sociais, negligência com os serviços públicos – em Austin, o lixo é recolhido uma vez por semana, e as ruas residenciais não possuem iluminação pública -, a crença fanática nos direitos do Estado, o controle total das cidades e do Estado pelos homens de negócios, através dos conselhos dos cidadãos, tudo isso dá a Dallas, como ao Texas, uma situação específica que deve ser considerada. (...) Os heróis de Dallas não são os cowboys, como em Fort Worth, mas os milionários, os milionários do petróleo. Um deles, talvez o maior, H.L. Hunt, escreveu Alpaca (Dallas, 1960), uma utopia em que vê uma terra perfeita, na qual os votos seriam proporcionais ao quantum de imposto de renda pago pelo cidadão. A fim de evitar que as massas instáveis, sempre suscetíveis aos demagogos, se inflamassem, seriam proibidas as discussões políticas na televisão, no rádio, e os comícios não poderiam ser assistidos por mais de duzentas pessoas. Só assim, conclui Mr. Hunt, se conseguiria que os homens trabalhassem quietamente para o bem do povo. Esta visão não é uma utopia, ela existe, ela causa inveja a muitos homens de negócios e a alguns militares ditatoriais, seus aliados; ela é Dallas, praticamente governada por um Conselho de Cidadãos composto de 234 homens de negócios escolhidos, segundo seus estatutos, entre os milionários, os presidentes e diretores gerais das grandes companhias. (...) Junte-se a isso a fortaleza do preconceito racial contra negros e latino-americanos, especialmente mexicanos, que ocupam a posição social mais baixa. É tão grande o desprezo pelo mexicano, que, os que podem, evitam falar espanhol, apesar dos esforços da universidade para vencer esses preconceitos. No hotel em que eu morava, as duas ascensoristas mexicanas, ou de origem mexicana, só falavam espanhol comigo e minha mulher quando subíamos ou descíamos sozinhos, e depois de saberem que éramos brasileiros”. (José Honório Rodrigues: “Um assassinato visto do Texas”, in América, Mito e Violência, Rio, 1968, pp. 69-70, coletânea de vários autores).]

Essa orientação foi estendida a todo o mundo, naturalmente. Refletiu-se no Brasil. O Globo, do Rio de Janeiro, em sua edição de 25 de novembro, esclarecia, dentro de sua linha tradicional: “Logo que se espalhou por um mundo atônito a dolorosa notícia do assassinato do presidente Kennedy, a reação do Pravda, de Moscou, órgão oficial do governo soviético, foi a ignóbil versão de que se tratava de uma vingança dos reacionários racistas contra os esforços de Kennedy pela reintegração racial. Tal exploração sórdida foi logo endossada pelos comunistas de todo o mundo e aqui mesmo estamos assistindo a parlamentares e jornalistas da esquerda repetirem tais conclusões”. O jornal O Estado de São Paulo, a 27 de novembro, em longo editorial, traçava as seguintes considerações: “O luto em que mergulha uma nação inteira não permite que se perturbe o seu recolhimento profundo nem que se profanem seus sentimentos com preocupações que, por mais importantes ou justificadas que sejam, não se coadunam com a atmosfera lúgubre criada pela tremenda perda familiar”. Concluindo: “Só a imaginação mórbida dos desclassificados e marginais pode conceber uma conspiração como essa, com a qual procuram compensar seus evidentes complexos de inferioridade. São desclassificados e marginais mesmo dentro do movimento comunista internacional, pois Moscou e, por mais surpreendente que possa parecer, Havana não se mostram tão apressados em procurar isentar-se de culpa que em momento algum lhes foi atribuída”.
Mas a imprensa de todo o mundo continuava a insistir no assunto e a desmoralizar a tentativa de incriminar, em Oswald, um agente comuno-castrista, quando todas as vantagens da eliminação de Kennedy afluíam para a reação mais extremada. Discutia-se a incrível, a inacreditável façanha de um atirador que, sozinho, visando alvos em movimento, ferira mortalmente uma pessoa e ferira gravemente outras, e até o depoimento de técnicos e de campeões olímpicos de tiro foi levantado. No coro, entretanto, continuavam algumas vozes desesperadas, entre as quais, ao lado de matadores de mendigos e de agentes da provocação brasileiros, estavam, agora, com destaque, figuras com as características de Mme. Nhu, que assim se dirigia à viúva do presidente morto: “Indubitavelmente, tal assassínio, em que mesmo as feridas infligidas ao presidente Kennedy foram idênticas às do presidente Ngo Dihn Diem e de meu esposo, o que acontece apenas vinte dias após a tragédia vietnamita, só demonstra ao mundo que nem a extrema consideração com o comunismo são proteção contra seus golpes traiçoeiros”. Aqui, como se vê, figura a acusação de que o presidente Kennedy era um protetor de comunistas.
Quando a Câmara Municipal de Dallas, dias após o crime, negou andamento ao projeto, propondo dar o nome de Kennedy a um estádio da cidade, com apenas um voto a favor do projeto, dimensionou-se suficientemente o ódio que ali permanecia, mesmo após a inaudita vitória da eliminação de um perigoso adversário. E as informações que a imprensa divulgou amplamente, de que se realizaram festas e que se ouviram aplausos, até em escolas no Texas, quando se noticiou o crime, pode dar ideia aproximada de como estava preparado o ambiente para que o ato fosse perpetrado. A linguagem dos amáveis editorialistas de O Estado de São Paulo, pois, nada tem de original e até em seu teor é simples carbono da fonte.
Continua na próxima edição.


 

Primeira Página

 

Página 2

Drenagem de múltis em crise eleva déficit das contas externas

Ata do Copom sinaliza novo aumento de juros

Lucro do Santander dobra e atinge R$ 2 bi no semestre

Lula sanciona lei que cria estatal do pré-sal

Expediente

 

Página 3

Mercadante: “crime se fortaleceu a partir dos presídios de São Paulo”

Para Marina, há um “descontrole da Segurança em São Paulo”

Ibope põe Dilma com apenas 5 pontos de vantagem

Dilma reúne 20 mil em Curitiba e 10 mil em Porto Alegre

Prefeitos tucanos apoiam Eduardo e Jarbas insulta PSDB

Presidente Lula esvazia as declarações de Uribe

Lula oferece asilo à iraniana

Ciro vai gravar mensagem de apoio a Dilma para programa eleitoral na TV

TSE dá direitos de resposta ao PT contra PSDB e ‘Veja’

 

Página 4

Criminosos atacam comandante e sede da tropa de elite da PM de SP

Sérgio Cabral anuncia que Ilha do Governador vai receber Unidades da Polícia Pacificadora

TJ nega pedido da Via Amarela para se livrar do processo pela cratera do Metrô

Berzoini rebate “Folha”

AL: Ronaldo Lessa recebe o apoio das centrais sindicais

CARTAS 

 

Página 5

 

Bancários: com lucros recordes, bancos podem atender as nossas reivindicações

 

 

Página 6

Manifestações em 70 cidades dos EUA contra lei racista do Arizona 

Centrais espanholas convocam greve geral em defesa dos direitos dos trabalhadores

Comissão de Direitos Humanos da ONU denuncia a impunidade aos paramilitares na Colômbia

Caminhoneiros gregos em greve contra a desnacionalização do setor para atender o FMI

A culpa é do Jon Voight

Presidente da Câmara dos Deputados da Itália rompe com Silvio Berlusconi

 

 

Página 7

Taxas do PIB afundam nos EUA: esvai-se a lenda da recuperação

Nos EUA, 200 mil mutuários são executados mensalmente

Obama anuncia redução de tropas no Iraque a 50 mil e retirada completa até o final de 2011

Presidente do BC da Europa prevê “incertezas elevadas em 2011 e crescimento na zona do euro entre 0,2 e 2,2%”

IBM é investigada por prática monopolista na União Europeia

A vitória estratégica-II

Tropas da Holanda deixam o Afeganistão após quatro anos

 

Página 8

O assassinato de John Kennedy (2)

 

ÚLTIMAS EDIÇÕES

Conferência aprova a agenda nacional para consolidar a era Lula
30% dos que apoiam Serra acham que ele é o candidato de Lula
Cortar benefício de aposentados com o país crescendo é pura sacanagem
Enciumado com Lula, EUA ignora acordo e pede sanções ao Irã
Pesquisas de maio mostram que Folha fraudou resultados
“Serra agora sabe tudo que não sabia quando estava no governo”, diz Lula
FED e UE preparam curra contra Itália, Portugal e Espanha
Lula decide reativar Telebrás para levar banda larga a todos
British e Halliburton provocam catástrofe ecológica nos EUA
Petrobrás faz nova descoberta de óleo ultrafino no pré-sal
“Atrasar Belo Monte é coisa de quem faz figa para que volte o apagão”, diz Lula
Portugal diz ao MinC que não pode obrigar autor a renegar direito
Folha perpetra outra fraude em pesquisa para empurrar Serra
Para PSDB, pesquisa em que Dilma cresce tem de ser proibida
Marciano quer que Oi passe a gerir rede de fibra ótica do governo
Dilma dá partida na campanha pedindo bênção a Tancredo
Vox Populi desvenda a fraude da Folha: Dilma é que subiu 4 pontos
Lula destaca a integridade de Dilma e Serra diz que sabe tudo de teatro
“Folha” faz campanha antecipada estufando Serra 10 pontos no Sul
“Quem faz campanha antecipada são só os tablóides de sempre”
Serra declara que não dialoga com professor porque ‘greve é de 1%
Rio enterra nas ruas a tramoia de deputados para assaltar royalties
Pesquisas indicam que Dilma começou a ultrapassar Serra

EUA faz cena para o Brasil fugir do dever de administrar-lhe as sanções da OMC

O pré-sal é nosso! Leilão é privatização!
Lula adverte Hillary a não tratar o Irã como Bush tratou o Iraque
Para Ciro, a queda de Serra diminui o risco de retrocesso
Casta que controla Conselho quer ONU esvaziada, diz Lula

“Continuar o projeto de Lula é a razão da minha candidatura”

Arruda e mais cinco da quadrilha passam o carnaval na cadeia
Congresso dá apoio a Lula para prosseguir as obras da Petrobrás
Teles recuam e dizem que plano para ativar a Telebrás ‘é bacana’
Americanos dizem que iam vender as crianças haitianas  a famílias piedosas
Pesquisa “Sensus” dá empate técnico entre Dilma e Serra
Plano propõe reativar Telebrás para superar crise da banda larga
Acordo com ONU veta interferência dos EUA na segurança do Haiti

Máfia de Arruda não tem isenção para julgar o seu chefe, conclui TJ

EUA invadem o Haiti e dificultam chegada a ajuda humanitária

Brasil lidera ação de solidariedade ao povo haitiano

Máfia do panetone protela julgamento com assalto à CPI
Papai Noel do STJ suspende ações contra Daniel Dantas

Serra pediu à Globo para aliviar Arruda

Discurso de Obama no Nobel da Paz fala 42 vezes em guerra

Governador ladrão lança a cavalaria contra estudantes

Sedex com dinheiro para Arruda veio de fornecedor de Serra
Quem tem Yeda, não pode falar do Arruda, diz o Dem a tucanos

Arruda esclarece: a propina era para comprar panetone 

Invasão do Brasil pelo dólar virtual passa de 17 bilhões em outubro

Antilulismo de Serra leva sua candidatura a cair mais 8 pontos

Tucanos passaram a amigos fiscalização da obra do rodoanel

Desabamento do rodoanel é a cara do governo Serra

Atribuir apagão a “fator climático” é lero de tucano
EUA deflagra guerra cambial e Fazenda hesita em ir à luta
Investimento frio da Telefónica no Brasil agita a Bolsa de NY

Aécio põe namorada a nocaute com murro no meio da festa VIP

Democratas vetam a entrada de Serra em seu programa na TV

SPC apura sumiço de meio bilhão do fundo de pensão da Sabesp
Parasitismo de teles pôs na ordem do dia a volta da Telebrás
Telefónica ganha de Serra isenção fiscal para fraudar usuário
“PMDB pode assumir de público que tem a vice”, afirma Berzoini
Oposição sem voto quer mudar quorum para lei do pré-sal

Usuário perde as estribeiras com a ferrovia privatizada no Rio de Janeiro

Yes, we créu!

Golpista relaxa toque de recolher mas lota prisões em Honduras

Congresso pede o fim do estado de sítio em Honduras
ONU e OEA apoiam Lula: Zelaya deve voltar de imediato para a presidência

Zelaya volta e instala QG da legalidade na Embaixada do Brasil

Ipea acha cedo para considerar que a economia já se recuperou

Juro e BNDES mantêm o crescimento do PIB negativo no semestre

Telefónica deixa SP sem comunicação no meio do temporal

Lula convoca Brasil a deixar maus tempos da lei 9478 para trás

Mídia golpista tira a máscara e advoga o pré-sal para as múltis
Projeto para o pré-sal abre perspectiva para o retorno da lei 2004
Anatel libera Speedy sem que Telefónica conserte os defeitos
Trapaça para isentar teles de pagar multa abre crise na Anatel
Conselho remete as ações contra Sarney para o arquivo morto
Teles, Anatel e STJ se acertam para assaltar usuário com tarifa de DDD em ligação local
Anatel protela decisão sobre superintendente que as teles guiavam

Conselheiro denuncia lobby na Anatel para aliviar multa de teles

Sarney diz à oposição que está pronto para a paz ou para a guerra
Nova base dos EUA na Colômbia tem raio de ação para alcançar a metade do continente
Mídia inventa risco para facilitar múltis mamarem o pré-sal
Operários jogam pela janela privatizador de siderúrgica na China
Justiça bloqueia 27 fazendas de réu que Gilmar mandou soltar

Gato comeu 2 bi que AES e Duke estavam obrigadas a investir em energia até 2008

Montadora pré-falida arma com Yeda para tomar 1 bi do BNDES
Sarney anula os 663 atos secretos e exige devolução do que foi pago indevidamente
“Privatização que deu certo” cria milhões de usuários desplugados

Tropelias do BC e BNDES arruinaram PIB de 2009

OEA dá 72 horas a golpistas para que devolvam o poder a Zelaya

Dilma ultrapassa Serra no Nordeste, informam as pesquisas do Dem

BNDES desvia grana do crescimento para monopólios na UTI

Mídia golpista degola seus cupinchas para atear fogo no Senado

320 parlamentares lançam a Frente em Defesa da Petrobrás

“O pré-sal é nosso!”, entidades convocam ato dia 19 na Paulista

Sem priorizar mercado interno e as empresas nacionais não há meio de esconjurar a crise

Múltis intensificam lobby para assumir controle do pré-sal 

BC pôs Brasil na rota do tsunami elevando o juro relativo para atrair capital externo

GM já era

CPI da Petrobrás deve deixar tucanos fora da presidência e relatoria

Tucanos prosseguem com CPI sabotagem do governo FH contra Petrobrás, diz Aepet

O que o Brasil quer é saber como tucanos afundaram a maior plataforma do mundo

Múltis adquirem 30 calabares no Senado para zoar Petrobrás

União jogaria dinheiro fora se deixasse múlti faturar com o pré-sal

Para Gilmar Mendes, STF tem que se lixar para a voz do povo
Múltis querem mamar petróleo que Petrobrás descobriu no “pré-sal”

“Para quem no começo falava menas laranja é chique demais”

Bank of America e Citibank estão de pires na mão

PF indicia Dantas em cinco artigos do Código Penal

‘V. Exa. não está falando com os seus capangas do Mato Grosso’

Lula reduz o superávit primário e libera mais R$ 38 bi para investir

“País deve se basear na força do mercado interno”, afirma Lula

Empresas nacionais repelem portaria que estimula importação de máquinas usadas

BC usa “previsões” para frear queda da taxa básica de juros

Revolta contra os cupins financeiros conflagra Londres

Centrais querem mais emprego e menos juro para impedir tsunami de invadir nossa praia

Remessas ao exterior mantêm a escalada e vão a US$ 2,6 bilhões

Bancos propõem corte na renda da caderneta de poupança em prol do achaque ao Erário

Múltis drenam do país US$ 3,266 bilhões só em dez dias de março

Vale demite, reduz salários e distribui R$ 5 bi a acionistas

Sob pressão, BC recua juro outro pontinho e meio

Aumento do IDE agrava sangria de recursos do Brasil para fora

Desnacionalização e gestão temerária sufocam a Embraer

Solução para a Embraer é voltar a ser do Estado

Febraban diz que reduz spread se a União pagar conta de inadimplentes

“Decisão do governo é não emprestar a quem desemprega”, diz Lula

Lula: “Eles cultivam o ódio dos de cima contra os de baixo” 

BC assalta 80 bi das reservas para ajudar bancos em Wall Street

Juros e pilantragem de múltis fazem produção industrial encolher 19%

Repatriamento de capital por múltis ameaça as contas externas do Brasil

Juro alto do BC é o fundamento do spread aloprado

Conselheiros do CDES pedem a antecipação da reunião do Copom

Meirelles recua debaixo de vara e reduz os juros em um pontinho

Centrais fecham com Lula ofensiva contra os juros, demissões e redução dos salários

Fiesp abre guerra contra os salários dos trabalhadores

BB paga R$ 4 bilhões para Votorantim ficar com o controle do BV

Juros e alarmismo midiático freiam a produção industrial

 Israel testa Obama com chacina contra palestinos em Gaza

Para Lula, juros têm que cair no começo de 2009

Para nababos da Vale, povo duro é a melhor receita contra a crise

“Toma o beijo da despedida, seu cachorro!”

Meirelles afronta o Brasil e não reduz taxa de juros para jogar país na crise

Alencar mantém BC sob pressão: “esses juros são anomalia”

Lula a Meirelles: “juro está além daquilo que o bom senso indica”

Montadoras almoçam os R$ 8 bi do crédito e mantêm ameaça de demitir trabalhadores

Meirelles diz que não aceita baixar juro para priorizar crescimento

Juro alto dissipa 29% da renda disponível no país, afirma Ipea

Procurador avalia que há provas para Daniel Dantas pegar um ano a mais que Al Capone

“Gasto público que precisa ser cortado é o juro”, diz Ipea

Meirelles quer que Brasil traia o compromisso com G-20 sobre redução do juro

China põe R$ 1 trilhão na infra-estrutura para crescer 9% em 2009

EUA responde à crise votando em massa na mudança

Fusão de Unibanco com Itaú torna mais anti-social sistema financeiro privado

Banqueiros põem o compulsório no bolso e dão uma banana ao crédito

Greve da Polícia Civil cresce e responde a Serra nas ruas de SP

Eleições em S. Paulo opõem integridade de Marta à dissimulação indecorosa de Kassab

Governador trai promessa e dá ordem para PM atacar policiais

Marta sobe porque é Lula. Kassab cai porque é oposição

Retratação de Gabeira reafirma preconceito contra “suburbanos”

Inauguração da P-51 é resposta do Brasil à crise

Eleições dão vitória aos aliados de Lula em todas as regiões

Lula pede a S. Paulo que vote em Marta: “temos as mesmas idéias e projetos”

Veto popular assusta republicanos e trava bailout de US$ 700 bi a especulador falido

Economia na mão de especuladores levou EUA à crise, diz Lula

Para Serra, Kassab é leal. Alckmin, não

Lula mobiliza PF para fechar nossa fronteira a terroristas da Bolívia

Kassab usa Ama para passar verba pública aos grupos privados

Com inflação em queda, BC eleva juro para afundar o Brasil em 2009

Comando do Exército desmente Jobim: “a maleta da Abin não serve para escutas”

Maleta não faz grampo, apenas a varredura, diz técnico da Abin

Quadrilha pró-Dantas acusa Abin de gravar seu truta no Supremo

Trabalhadores se unem e dão apoio unânime à Marta

China desbanca EUA da liderança olímpica

Tucanos vão ao STF para derrubar o piso salarial de professor

Magistrados armam barraco no Supremo

Lula convoca UNE a deflagrar campanha do ‘Pré-sal é Nosso!’

Kassab responsabiliza Alckmin por atrofia do Metrô-SP e vice-versa

BC faz do Brasil último peru com farofa em mesa de especulador, diz Delfim Netto

Alckmin tira o corpo fora e põe na conta de Serra o desastre da Linha 4 do Metrô

BC manipula previsão de crescimento para forçá-lo a despencar