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Lula dá início no Maranhão às obras da refinaria Premium
O presidente Lula deu início às obras para
construção da refinaria Premium I da Petrobrás durante a cerimônia de lançamento
da pedra fundamental, na sexta-feira (15), em Bacabeira, Maranhão. Em seu
discurso, Lula assinalou que a refinaria é “o maior investimento em um estado,
hoje, no Brasil, em uma obra apenas”. “Não acredito que tenha no mundo, hoje, um
investimento em refinaria do tamanho que estamos fazendo aqui no estado do
Maranhão”, disse Lula.
A solenidade teve a presença da governadora do
estado, Roseana Sarney, do presidente do Senado, José Sarney, dos ministros
Edison Lobão (Minas e Energia), Dilma Rousseff (Casa Civil) e Alexandre Padilha
(Relações Institucionais), do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, e
de prefeitos, parlamentares, trabalhadores, estudantes e empresários.
“Esse empreendimento vai funcionar, a primeira
parte, em 2013, a segunda parte, em 2015. Até 2013, nós vamos começar a refinar
300 mil barris/dia e até 2015 vamos terminar refinando 600 mil barris/dia”,
disse Lula na segunda-feira, no seu programa de rádio semanal “Café com o
Presidente”. “É a grande revolução industrial que vai acontecer no estado do
Maranhão. É importante saber que a última refinaria feita pela Petrobrás foi nos
anos 80. Portanto, há 30 anos a Petrobrás não fazia uma refinaria. E nós, agora,
tomamos a decisão de fazer a refinaria Premium, do Maranhão, com investimento de
R$ 40 bilhões”.
“Diretamente, no pico da obra, nós vamos ter 26
mil trabalhadores e, entre diretos e indiretos, nós poderemos chegar a 130 mil
trabalhadores. Nós vamos priorizar a formação de mão de obra na região, isso foi
muito discutido lá, porque é a chance que a gente tem de desenvolver os estados
mais pobres do Brasil”, declarou.
Lula comentou que um empreendimento como o da
refinaria vai gerar desenvolvimento para as cidades em torno do projeto e para
todo o Maranhão. “Essa é uma política de desenvolvimento regional que não tem
mais volta. Ou seja, o Brasil aprendeu que não adianta você ter um, dois, três,
quatro estados muito ricos e o restante pobres. É preciso que a gente tenha uma
distribuição das possibilidades de investimentos em todo o território nacional,
para que o Brasil cresça de forma mais igualitária, mais justa e mais
solidária”, afirmou.
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