Algumas questões sobre a história econômica dos Estados Unidos (2) 

O impulso decisivo para o monopólio foi dado pelo acordo entre Rockefeller e as ferrovias na década de 70 do século XIX (ver a 1ª parte deste artigo). Mas sua consolidação definitiva somente ocorreu nos últimos anos desse século, fundamentalmente por ação de J.P. Morgan - ou seja, pela passagemdo setor industrial à hegemonia dos bancos 

Continuação da edição de 13 de janeiro 

CARLOS LOPES 

Em um relato a Ida Tarbell, o primeiro presidente da U.S. Steel, Elbert Gary, referiu-se ao tempo em que era o principal advogado de J.P. Morgan. Ao receber uma ordem do patrão, Gary avisou que ele estava pretendendo algo ilegal. Furioso, Morgan berrou: “Eu não quero um advogado para me dizer o que eu não posso fazer. Eu pago a ele para me dizer como fazer o que eu quero fazer”.

A primeira aparição de Morgan para o público norte-americano foi durante a Guerra Civil. Sabendo que o general John C. Frémont, comandante do Missouri, estava desesperado pela falta de armas para enfrentar os confederados, Morgan (que tinha pago US$ 300 a um substituto para fugir do recrutamento) comprou 4.996 carabinas defeituosas do exército, ao preço de US$ 3,50 cada uma, e vendeu-as a Frémont por US$ 22 cada. Em suma, comprou as armas defeituosas do exército por US$ 17.486 e vendeu-as ao próprio exército por US$ 109.912 - um lucro de U$ 92.426.

As armas, vendidas como “carabinas novas em perfeitas condições”, explodiram, arrancando os polegares dos soldados que tiveram a infelicidade de usá-las. Quando o governo se recusou a pagar, Morgan o processou, com a argumentação de que “um contrato é sagrado” (sic). Apesar do escândalo, conseguiu que o governo pagasse metade da quantia, mas não se conformou e recorreu, pois não admitia “quebra de contrato”, mesmo tendo ele vendido carabinas defeituosas como “carabinas novas em perfeitas condições”, ou seja, mesmo tendo sido ele a quebrar o contrato (para um relato mais detalhado dessa transação, ver o livro de H. C. Engelbrecht e F. C. Hanighen, “Merchants of Death - A Study of the International Armament Industry”, Dodd, Mead & Company, NY, 1934, págs. 60/61).

Por essas e outras, se propalar a “ética” de Rockefeller é algo risível, talvez pior ainda seja propalar a “honestidade” de J.P. Morgan. No entanto, é exatamente o que Charles R. Morris faz em “Os Magnatas”. Por exemplo: “Morgan (....) era o único americano em que os financistas estrangeiros confiavam. Após servir de mediador para os fluxos de capitais cruciais que sustentaram o ritmo extraordinário do investimento americano, ele se transmutou em uma proto-comissão de valores mobiliários e até mesmo em um  proto-banco central, estabelecendo as regras para as finanças corporativas, exigindo contabilidade honesta”.

O monopólio instalou-se nos EUA, como já disse alguém, seguindo os trilhos das ferrovias. Aliás, é algo espantoso o número de generais da União na Guerra Civil, isto é, de generais republicanos, que, depois, ocuparam cargos nas diretorias de estradas de ferro.

Morgan, primeiro como representante de banqueiros ingleses (Rotschild, principalmente), depois, à custa de negócios como o que relatamos acima, tornou-se o banqueiro das ferrovias - e dos setores ligados a elas, como o aço. 

No entanto, as ferrovias eram uma selva de trapaceiros trogloditas - no estilo Jay Gould, Vanderbilt & outros - que era extensiva aos seus fornecedores, sobretudo os setores de siderurgia e carvão. Se dependesse somente destes, mais fácil seria imaginar, como consequência, uma revolução nos EUA - ou a estatização desses setores, o que é quase a mesma coisa - do que a consolidação dos monopólios.

Assim, o impulso decisivo para o monopólio, estabelecendo alguma “racionalidade” - isto é, domínio - nesse faroeste, foi dado pelo acordo entre Rockefeller e as ferrovias na década de 70 do século XIX (ver a primeira parte deste artigo). Mas sua consolidação definitiva somente ocorreu nos últimos anos desse século, fundamentalmente por ação de J.P. Morgan - ou seja, pela passagem do setor industrial à hegemonia dos bancos.

Morris tem toda razão em apontar a completa insignificância de Taylor e do “taylorismo” no desenvolvimento da produção sob o capitalismo monopolista. Aliás, o próprio Henry Ford já a havia apontado, quando contestou que seu sistema de linha de produção tivesse alguma influência de Taylor. A linha de produção de Ford era, a rigor, uma transposição do método dos frigoríficos de Chicago (Swift, Armour, Wilson) para a indústria automobilística. Já o “método” de Taylor era apenas uma regressão fantasiosa à escravidão, uma espécie de escravidão absoluta sob o capitalismo. Sua preocupação não era desenvolver força produtiva alguma, mas arrancar o couro do trabalhador manual, perpetuamente manual, baseado (?) em equações e medidas de tempo de trabalho completamente estúpidas. Somente os neoliberais é que exumariam Taylor como seu guru, ainda que o seu “método” permaneça hoje tão inaplicável quanto no início do século XX - exceto, talvez, em setores administrativos, ou seja, na burocracia dos monopólios.

Porém, Morris não tem razão alguma em apontar que havia (ou há) uma “discussão em aberto” sobre a existência ou não de um “money trust” (em suma, um monopólio do dinheiro) nos EUA em fins do século XIX até 1929. Independente das confusões do autor inicial da denúncia, Louis Brandeis - procurador e, a partir do governo Wilson, juiz da Corte Suprema -, que conseguia misturar anti-monopolismo, taylorismo e sionismo no mesmo guisado ideológico, existem os fatos.

Entre o fim do século XIX e início do século XX, Morgan controlava pelo menos “40% do capital comercial, financeiro e industrial líquido dos Estados Unidos” (o próprio Morris cita esse número, pág. 280; ver, também, J. Bradford De Long, “J.P. Morgan and His Money Trust”, Harvard University, 1992- grifo nosso).

E, mais:

Cada vez, na primeira década do século XX, que uma corporação americana buscava levantar mais que U$ 10.000.000 em capital, tinha que alugar os serviços e pagar comissões para os parceiros da J.P. Morgan & Co., ou para um de seus pares menores, como o Kuhn, Loeb; Kidder, Peabody; o National City Bank, encabeçado por James Stillman; ou o Lee, Higginson. Se Morgan achasse que não devia ajudar uma corporação a levantar dinheiro, o dinheiro não seria levantado. Os planos de expansão da empresa não seriam levados a cabo. Amigo de longa data de Morgan, George F. Baker, presidente do First National Bank e fundador da Harvard Business School, não conseguiu lembrar de um único caso em 10 anos em que qualquer companhia tivesse levantado um montante significativo de dinheiro no mercado de ações ou  no mercado financeiro sem a participação ou cooperação de pelo menos um dos cinco bancos de investimento” (J. Bradford De Long, “J.P. Morgan and His Money Trust”, Harvard University, 1992, - grifo nosso; este ensaio acadêmico, aliás, está muito longe de ser “anti-Morgan”).

Os limites dos outros quatro bancos eram, também, determinados por Morgan. Como relatou Louis Brandeis:

Constatei que a política da [ferrovia] New Haven não era sólida. Eu disse para alguns dos principais banqueiros de Boston: ‘Se isso continua, a New Haven vai à falência. Por que vocês não querem agir?’ Eles responderam que não se atreveriam. A New Haven era um negócio particular favorito de Mr. Morgan”. Os banqueiros de Boston esclareceram a Brandeis que não iam arriscar “sua vida financeira metendo os dedos nisso”.

Apesar das confusões já aludidas de Brandeis, o livro que publicou sobre o “money trust” é uma fonte inestimável para essa época (V. Brandeis, “Other People’s Money, and How the Bankers Use It”, NY, Frederick A. Stokes Company, 1914).

Tratava-se de um monopólio mais de uma pessoa do que de uma empresa: Morgan mandava nisso tudo a partir de algo semelhante aos atuais “bancos de segundo andar” - o máximo que a “J. P. Morgan & Company” teve foram 80 funcionários, numa época em que não havia informática e outras comodidades.

Morgan considerava que a concorrência era perniciosa. E que os cartéis eram insuficientes para acabar com as disputas. Assim, usou o seu monopólio do dinheiro para fundar (através de “fusões”) corporações que dominassem a maior parte de um determinado ramo de produção - no limite, todo o ramo de produção.

Aproveitou-se, para isso, da crise de 1893/1894. Para que se tenha uma ideia, essa crise levou 192 ferrovias dos EUA à falência - um quarto de todo o sistema ferroviário - e as próprias finanças do Estado à bancarrota.

O fato é que, entre 1894 e 1904, 1.800 empresas deixaram de existir, devido às fusões desencadeadas por Morgan, ou seja, através da constituição de monopólios em cada ramo da produção - as empresas resultantes dessas fusões, dependendo do setor, concentravam de 40 a 70% do mercado, e, em vários casos, bem mais. O monopólio do dinheiro, portanto, foi a chave para o monopólio em cada setor da produção.

Esse engessamento geral da economia iria permanecer essencialmente inalterado nos 70 anos seguintes, levando a economia americana à decadência e à decomposição. Apesar da hegemonia obtida após a II Guerra mundial, em meados da década de 50 os demais países centrais (com exceção da Inglaterra) deixaram para trás as taxas de crescimento dos EUA, enquanto este decresce sua participação no produto mundial - de 36% (1955) para 30% (1971) - e diminuem sua parcela nas exportações de produtos industriais dos seis países mais industrializados - de 25% (1955) para 18,5% (1970). A partir daí, como observa um autor, a grosseira manipulação do dólar passou a ser o instrumento econômico (nem todos os instrumentos de política econômica são econômicos) por excelência da política econômica dos EUA (cf., Ricardo Parboni, “The dollar weapon: from Nixon to Reagan”, New Left Review I/158, July-August 1986).

Em 1954, no trabalho “Billionaire Corporation”, a mais respeitada instituição de pesquisa sobre o capital monopolista nos EUA, a Labour Research Association, registrava que a economia norte-americana era dominada por oito grupos:

1) Grupo Morgan - que compreendia cinco dos maiores bancos (J. P. Morgan and Co.,  First National Bank, Guaranty Trust Co., New York Trust e Bankers Trust Co.); 35 das maiores corporações, como a U.S. Steel, a General Electric, a AT&T, a American Power and Light Co. (dona da nossa conhecida Bond and Share) e mais 11 companhias de eletricidade e gás; cinco das principais ferrovias do país (incluídas New York Central, Northern, Southern e Western Pacific); a empresa líder na fabricação de locomotivas, a Baldwin Locomotive Works; a terceira maior vendedora de bens de consumo, a Montgomery Ward and Co.; e até a maior empresa do ramo de panificação, a National Biscuit Co.

2) Grupo Rockefeller - tinha o segundo banco do país, o Chase Manhattan, com ramificações que iam da indústria bélica até o comércio varejista; e as petroleiras paridas pela velha Standard Oil (Esso, Mobil, Amoco, Kyso, Conoco, Sohio, Marathon, Chevron, que depois engoliu a Texaco, Standard Oil of Louisiana e... a Standard Oil of Brazil, mais a Chesebrough, famosa na época pela produção e comercialização de um derivado do petróleo denominado vaselina, hoje incorporada à Unilever).

3) Grupo Mellon - dono da Gulf Oil, uma das “sete irmãs” (como Enrico Mattei, presidente da estatal italiana ENI, chamou as principais empresas do cartel do petróleo - Esso, Mobil, Chevron, Texaco, Shell, Gulf e BP). Além disso, a família Mellon era dona da Alcoa, monopólio que dominava 100% do mercado de alumínio nos EUA; de dois dos maiores bancos (Mellon National Bank e Union Trust Co.); da Westinghouse (com o grupo Morgan); do monopólio químico Koppers; de uma série de empresas no ramo do carvão, aço, maquinaria pesada, vidro, serviços públicos e ferrovias; além de ter parte mais do que importante na General Motors (com o grupo Du Pont);  na Newsweek; e até na pioneira do ketchup, a H. J. Heinz Company.

4) Grupo Du Pont - além da empresa de mesmo nome, o gigantesco monopólio bélico-químico E.I. Du Pont de Nemours and Company, descrito pelo procurador-geral no governo Truman, Tom C. Clark, ao abrir um processo anti-truste contra ela, como “isoladamente, a maior concentração de poder industrial dos EUA”, a família Du Pont controlava um dos principais bancos dos EUA, o National Bank of Detroit, a General Motors (foi com um Du Pont na presidência, desde 1920, que a GM se tornou a maior companhia do ramo automobilístico) e a U.S. Rubber (borracha sintética).

5) Grupo de Chicago - Tinha quatro outros dos maiores bancos (inclusive o Continental Illinois National Bank and Trust Co. e o First National Bank of Chicago). Controlava os monopólios frigoríficos (Armour, Swift, Wilson); a International Harvester, maior empresa de máquinas agrícolas dos EUA; a rede de lojas de departamento Marshall Field (mais conhecida como “Macy’s”); o Chicago Sun-Times; e três das maiores companhias de serviços públicos do meio-oeste dos EUA.

6) Grupo de Cleveland - Também proprietário de um dos principais bancos, o Cleveland Trust Co., estendendo-se pelo setor siderúrgico (Republic Steel, Inland Steel, Youngstown Sheet and Tube) e ao setor de pneus (Goodyear Tire and Rubber).

7) Grupo de Boston - formado em torno de outro dos maiores bancos, o First National Bank of Boston. Sua corporação mais famosa era a United Fruit Corp., hoje Chiquita Brands, promotora de golpes de Estado por toda a América Central. O grupo também controlava a United Shoe Machinery Co. - em 1960, quando o governo Kennedy a declarou monopólio ilegal, essa corporação tinha 95% do mercado mundial de máquinas para fabricar calçados; a corporação têxtil American Woollen; e a U.S. Smelting, Refining and Mining, monopólio do cobre, processado pelo governo Truman por violar a legislação anti-truste.

8) Grupo Kuhn-Loeb - de origem meramente bancário-especulativa, dono do banco de mesmo nome e do Bank of Manhattan Co., de sete das maiores ferrovias dos EUA (inclusive a Pennsylvania Railway e a Union Pacific) e da Western Union Telegraph Co. Em associação com o grupo Rockefeller, controlava a Bethlehem Steel, a segunda maior corporação siderúrgica dos EUA.

Hoje, o mais impressionante - porque realmente é impressionante - é que a decomposição da economia americana haja chegado a um ponto em que boa parte disso foi, literalmente, varrido. O grupo Kuhn-Loeb, depois Lehman Brothers, Kuhn, Loeb Inc., quebrou em setembro de 2008; mas a Bethlehem Steel já havia falido muito antes. Aliás, todo o setor siderúrgico, inclusive a outrora poderosa US Steel, retirou suas ações da Bolsa, e come poeira da indústria de outros países. Os monopólios frigoríficos desapareceram; a GM sobrevive como pensionista do governo; a devastação não poupou nem as empresas petrolíferas, com as sobreviventes, hoje, apanhando da Petrobrás e outras estatais.

Verdade seja dita, surgiram monopólios em novos setores (por exemplo, a Microsoft na área da informática - e a IBM, que em 1955 era a 61ª companhia da lista de maiores da “Fortune”, é hoje a 14ª). Também é verdade que os Rockefellers absorveram os Morgan, com a compra do JP Morgan pelo Chase Manhattan, e tomaram a Gulf dos Mellon - mas isso é um sinal, sobretudo, de fraqueza do capitalismo monopolista americano em geral, em que a decomposição açulou outros aventureiros (estilo Enron, Carlyle ou Bush) que tentam ocupar o espaço deixado pelos carcomidos monopólios de mais alta classe...

No entanto, cada vez mais - e a crise atual é exemplar nesse sentido - a economia do capitalismo monopolista americano sustenta-se na manipulação de papel pintado. Ou, como disse o atual presidente do banco central dos EUA,  Ben Bernanke: “... o governo dos EUA tem uma tecnologia chamada máquina de impressão (ou, hoje, o seu equivalente eletrônico), que permite a ele produzir quantos dólares quiser sem nenhum custo”.

Na verdade, nem mesmo é o governo: são diretamente os bancos, através do FED, que emitem o dólar.


Primeira Página

 

Página 2

Engenheiros defendem prioridade às empresas nacionais no pré-sal

Boletim do BC eleva previsão da taxa Selic para 11,25% em 2010

Gilmar Mendes suspende lei que proibe cobrança de assinatura básica em SP

Multinacionais burlam prazo de patentes de medicamentos para impedir genéricos

Vale vai transportar 200 milhões de litros de etanol para a norte-americana Bunge

Vendas do comércio crescem 1,1% em novembro, diz IBGE

Expediente

Página 3

Brasil e França reagem ao abuso americano no Haiti

Número de brasileiros mortos no terremoto sobe para 19

Lula cobra ajuda maior dos países ricos

Zilda Arns recebe homenagens de todo o país

Lula dá início no Maranhão às obras da refinaria Premium

Editorial

Ajuda do Brasil é US$ 19,8 milhões, diz Planejamento

Líder do PT: governo tucano é desmonte social e privatização

Página 4

Perícia conclui que anotações de propinas foram feitas por Arruda

Justiça determina afastamento de presidente da Câmara do DF

Juiz manda Sabesp entregar à Defensoria dados sobre o alagamento na Zona Leste

Para prefeitos da região de Atibaia foi a Sabesp que provocou alagamentos

Motoristas da Castello Branco agora pagam em todas as pistas

Iphan vai acelerar tombamento para antecipar reconstrução de Paraitinga

Lula declara que objetivo da Comissão da Verdade não é “caça às bruxas”, mas encontrar corpos de desaparecidos

Cartas

Página 5

Trem da SuperVia dispara sem maquinista e fere passageiros

Comissão da Câmara arquiva projeto que atentava contra financiamento sindical

Empresas deverão passar às entidades nomes de contribuintes

Sindicatos denunciam demissões no HSBC

Mobilização nacional nos bancos Santander e Real

Centrais iniciam campanha de doação ao Haiti

FUP repudia aumento do álcool e defende controle estatal do setor

Página 6

Taxa de desemprego na França ultrapassa 15%

Oposicionistas argentinos retiram o apoio a sabotador na presidência do BC

Um milhão de trabalhadores franceses ficam sem seguro-desemprego em 2010

Bolívia: crescimento do PIB atinge 3,7%, o maior da América Latina

Guerrilha do Afeganistão realiza ação a 50 metros da sede do governo fantoche

Neoliberalismo de governos da “Concertación” leva a direita ao poder no Chile

Bolívia: autonomistas decidem apoiar o partido de Evo nas eleições a governo em Pando

Página 7

EUA retarda apoio internacional para entupir o Haiti de marines

Palestinos colhem doações na Faixa de Gaza para ajudar Haiti

Cônsul do Haiti expõe seu racismo: “o africano tem em si uma maldição”

Bagdá: Tariq Aziz sofre derrame cerebral na prisão e EUA impede o seu tratamento

Eleição presidencial na Ucrânia: Bushenko tenta reeleição e consegue apenas o 5º lugar com 5,6%

O testículo direito do Inferno: a história do Holocausto haitiano

Página 8

Algumas questões sobre a história econômica dos Estados Unidos (2) 

Leia

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Aumento do IDE agrava sangria de recursos do Brasil para fora

Desnacionalização e gestão temerária sufocam a Embraer

Solução para a Embraer é voltar a ser do Estado

Febraban diz que reduz spread se a União pagar conta de inadimplentes

“Decisão do governo é não emprestar a quem desemprega”, diz Lula

Lula: “Eles cultivam o ódio dos de cima contra os de baixo” 

BC assalta 80 bi das reservas para ajudar bancos em Wall Street

Juros e pilantragem de múltis fazem produção industrial encolher 19%

Repatriamento de capital por múltis ameaça as contas externas do Brasil

Juro alto do BC é o fundamento do spread aloprado

Conselheiros do CDES pedem a antecipação da reunião do Copom

Meirelles recua debaixo de vara e reduz os juros em um pontinho

Centrais fecham com Lula ofensiva contra os juros, demissões e redução dos salários

Fiesp abre guerra contra os salários dos trabalhadores

BB paga R$ 4 bilhões para Votorantim ficar com o controle do BV

Juros e alarmismo midiático freiam a produção industrial

 Israel testa Obama com chacina contra palestinos em Gaza

Para Lula, juros têm que cair no começo de 2009

Para nababos da Vale, povo duro é a melhor receita contra a crise

“Toma o beijo da despedida, seu cachorro!”

Meirelles afronta o Brasil e não reduz taxa de juros para jogar país na crise

Alencar mantém BC sob pressão: “esses juros são anomalia”

Lula a Meirelles: “juro está além daquilo que o bom senso indica”

Montadoras almoçam os R$ 8 bi do crédito e mantêm ameaça de demitir trabalhadores

Meirelles diz que não aceita baixar juro para priorizar crescimento

Juro alto dissipa 29% da renda disponível no país, afirma Ipea

Procurador avalia que há provas para Daniel Dantas pegar um ano a mais que Al Capone

“Gasto público que precisa ser cortado é o juro”, diz Ipea

Meirelles quer que Brasil traia o compromisso com G-20 sobre redução do juro

China põe R$ 1 trilhão na infra-estrutura para crescer 9% em 2009

EUA responde à crise votando em massa na mudança

Fusão de Unibanco com Itaú torna mais anti-social sistema financeiro privado

Banqueiros põem o compulsório no bolso e dão uma banana ao crédito

Greve da Polícia Civil cresce e responde a Serra nas ruas de SP

Eleições em S. Paulo opõem integridade de Marta à dissimulação indecorosa de Kassab

Governador trai promessa e dá ordem para PM atacar policiais

Marta sobe porque é Lula. Kassab cai porque é oposição

Retratação de Gabeira reafirma preconceito contra “suburbanos”

Inauguração da P-51 é resposta do Brasil à crise

Eleições dão vitória aos aliados de Lula em todas as regiões

Lula pede a S. Paulo que vote em Marta: “temos as mesmas idéias e projetos”

Veto popular assusta republicanos e trava bailout de US$ 700 bi a especulador falido

Economia na mão de especuladores levou EUA à crise, diz Lula

Para Serra, Kassab é leal. Alckmin, não

Lula mobiliza PF para fechar nossa fronteira a terroristas da Bolívia

Kassab usa Ama para passar verba pública aos grupos privados

Com inflação em queda, BC eleva juro para afundar o Brasil em 2009

Comando do Exército desmente Jobim: “a maleta da Abin não serve para escutas”

Maleta não faz grampo, apenas a varredura, diz técnico da Abin

Quadrilha pró-Dantas acusa Abin de gravar seu truta no Supremo

Trabalhadores se unem e dão apoio unânime à Marta

China desbanca EUA da liderança olímpica

Tucanos vão ao STF para derrubar o piso salarial de professor

Magistrados armam barraco no Supremo

Lula convoca UNE a deflagrar campanha do ‘Pré-sal é Nosso!’

Kassab responsabiliza Alckmin por atrofia do Metrô-SP e vice-versa

BC faz do Brasil último peru com farofa em mesa de especulador, diz Delfim Netto

Alckmin tira o corpo fora e põe na conta de Serra o desastre da Linha 4 do Metrô

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