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BNDES busca
um jeito de pendurar bilhões da dívida da AES no Estado
Para ajudar a
multinacional norte-americana AES a pagar a sua dívida de R$ 2,1 bilhões,
contraída para compra de 33% de ações ordinárias da Cemig, em 1997, o BNDES
costurou um acordo em que a Andrade Gutierrez ficará com essas ações e em troca
assumirá a dívida junto ao banco. O pagamento será feito com R$ 500 milhões à
vista e R$ 1,6 bilhão com a emissão de debêntures, que serão compradas pelo
próprio BNDES.
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