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CARTAS
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Boris Casoy
Nos festejos de fim de ano saiu uma gravação na internet de Boris Casoy
debochando de forma horripilante de dois garis, simplesmente por que os
rapazes faziam felicitações de boas-vindas de ano novo. Os prós Boris
argumentam que todo mundo faz o mesmo. A mais destacada foi sua colega
Barbara Gancia, no jornal Folha de São Paulo, de 8 de janeiro, pág. C2.
O pedido de desculpa de Boris já veio errado, eivado do vício brasileiro
de culpar o meio e não o fato. Desculpou-se culpando o som ter ficado
aberto. Defender o Boris Casoy, como fez a Barbara Gancia, sob o
argumento de linchamento público torna-se mais grave do que o próprio
deboche do apresentador. Isso porquê, implicitamente, defende-se que se
aceite escárnio contra pessoas e funções. Isso, sim, não é tolerado. E o
grave está aí.
Pedro Cardoso da Costa – São Paulo (SP)
Pedágio na Castello
Antes da mudança (dia 17-01) do pedágio para todos na Castelo, era
possível entrar no Rodoanel sem precisar pagar pedágio na Castelo,
pagando apenas a saída do Rodoanel, mas agora você é obrigado a pagar na
Castelo e depois para sair do Rodoanel. Muito bom.
Marcelo de Moura – por correio eletrônico
Lula, o filme
Falem o que quiser, mas devemos reconhecer que se trata de uma obra
dignificante para o povo brasileiro. Retrata a realidade do migrante
nordestino, pobre, sofrido e sem nada. Registra também preconceitos,
questões de gênero, luta de classe, aspereza no coração, perseverança,
luta incansável para se atingir objetivos nobres, intolerância,
autoritarismo do regime militar, arbitrariedades etc. É emocionante
tanto ler o livro como assistir o filme! É uma história dignificante,
exemplo de perseverança, teimosia do bem e coragem. Dona Lindú, uma
heroína, como a maioria das mães. O filme cala a boca de críticos, pois
nada tem de eleitoreiro, é biografia pura, e deve ser visto por todos os
brasileiros.
Edivan Batista Carvalho- Brasília (DF)
Farofa
O que será que o presidente Lula carregava dentro do isopor que levava
na cabeça durante suas férias em Salvador? Cerveja? Carnes para
churrasquinho? O resto da ceia do reveillon? Sinceramente fiquei
preocupada, pois não acreditei no que vi. Ser popular é uma coisa,
apelar para o populismo é outra. Tenho a certeza que a população de
miseráveis que acreditam e votam no Lula, também ficaram atônitos, pois
para os que torcem por um futuro melhor, com mais emprego e dinheiro, e
se depara com um presidente carregando um isopor rumo a praia, com
certeza se decepciona.
Deborah Farah - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro (RJ)
Nota da Redação:
Que é isso,
minha senhora? Quase estamos acreditando que você não fala com pobre,
não dá mão a preto e não carrega embrulho. Quer dizer que o presidente
carregar um isopor na cabeça (esperamos que cheio de umas geladas), em
circunstâncias puramente familiares, que ninguém jamais saberia se não
fosse a imprensa que não o topa, é populismo? Desse jeito é fogo. E se
ele levasse um secretário para carregar o isopor, aí seria o quê?
Transporte coletivo
Gostaria de levantar uma questão do interesse de muitos: saber porque
nenhuma das principais empresas de ônibus de SG não possui carros com
destino a Zona Sul do Rio, quando tantos outros destinos menos
procurados existem, tais como: Méier, Campo Grande, Caxias, Vila Isabel?
Por que ainda nos dias de hoje os trabalhadores de São Gonçalo precisam
fazer baldeação para chegarem a Zona Sul do Rio? Nós não temos nenhum
ônibus que passe pelo centro da cidade (Rodo) que nos leve à Zona Sul.
Se não há concorrência, por que não colocar essa linha? Se o povo não
tem opção de Van, então que as empresas de ônibus supram a carência do
transporte público.
Juliana Alves Melo – Rio de Janeiro (RJ)
Chile
Na década de 90, o Chile era propagado na mídia burguesa, como país da
prosperidade. Hoje é um modelo de fome.
Renato Camporezzi – por correio eletrônico
Haiti
Não obstante a ajuda internacional se faz presente com o envio de
alimentos e incrementação das tropas presentes para dar tranquilidade e
segurança (o que é praticamente impossível para uma população com fome e
sede) no sentido de evitar atentados às vidas humanas pela violência e
pelo crime.
Pedro Luís de Campos Vergueiro – São Paulo (SP)
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