|
Cristina destaca decisão de seguir na
recuperação
da produção e emprego
A presidente
Cristina Fernández de Kirchner afirmou que “vamos continuar aprofundando este
modelo ao largo e ao longo do país porque acreditamos que este é o caminho. Com
trabalho e produção, reorganizando a indústria que foi sucateada em governos
anteriores, com integração e justiça social”. Desafiou a oposição a apresentar
“algum modelo, algum plano para resolver os problemas do país e de todos os
argentinos” e sublinhou que “só repetem slogans eleitorais e aquilo que parece
que são idéias mas não tem a menor condição de virar realidade pois não passa de
mentira”.
“A oposição
verdadeira, a que luta por suas convicções, se joga pelo avanço de seu país e de
sua gente, não cai no golpismo, no oportunismo, no individualismo, nem na
subserviência a interesses que não são os nacionais”, afirmou Cristina durante
encontro com cooperativistas na cidade de Lomas de Zamora, na província de
Buenos Aires.
Fernández lembrou
que, desde 2003, nenhuma das medidas tomadas pelo governo foi apoiada pela
oposição, motivo pelo qual fica difícil pensar “que tudo esteja mal”. Mas,
insistiu,”se está errado, qual é o modelo que propõem do outro lado?”.
“Quando nos 90 eu
era oposição, desde minha cadeira de senadora e depois de deputada sabia o que é
que queria e, mesmo em minoria, sabia que era o modelo de desenvolvimento
produtivo o que devíamos aplicar na Argentina”, expressou.
“Estamos cansados de
saber quem são os que se opõem a que na Argentina haja trabalho e produção”,
indicou Fernández, frisando que “são os mesmos que, desde sempre, aparecem para
se opor cada vez que o país pode ressurgir, os que querem manter as chagas do
passado provocadas pela especulação, pela entrega do patrimônio, pela
mono-cultura administrada pelo latifúndio, que ameaçou com destruir as terras
riquíssimas de nosso país; os que pensam que o crescimento provoca inflação e
instabilidade”. |