A Revolta da Chibata 

CARLOS LOPES 

A chibata na Marinha era uma triste herança inglesa, trazida ao Brasil pelo almirante Cochrane, tornada ilegal após a proclamação da República, e depois restaurada pela reação monárquico-escravagista que deflagrou a tentativa de golpe contra o presidente Floriano Peixoto. Mas tinha sido outra vez banida pelo almirante Júlio César Noronha, ministro da Marinha  do governo Rodrigues Alves. Infelizmente, com a mudança de planos feita pelo sucessor do almirante Noronha, o uso da chibata outra vez recrudescera.

No dia 22 de novembro de 1910, após o desumano castigo de 250 chibatadas imposto a um marinheiro do encouraçado Minas Gerais, Marcelino Rodrigues Meneses, estourou aquela que passaria à história como a Revolta da Chibata. Uma das mais poderosas esquadras do mundo na época ficou em poder dos revoltosos em alguns minutos. Imediatamente, o líder dos marinheiros, João Cândido, passou uma mensagem por rádio para o Palácio do Catete: “Não queremos a volta da chibata. Isso pedimos ao presidente da República, ao ministro da Marinha. Queremos resposta já e já”.

Havia apenas seis dias que o novo presidente da República, marechal Hermes da Fonseca, tomara posse. O novo governo enviou, então, a bordo dos navios, o deputado José Carlos Carvalho, comandante da Marinha, que subiu, fardado, para conversar com os revoltosos e foi recebido por eles com todas as honras militares. Seu relato posterior ao Congresso é um documento notável, no qual transparece seu horror ao que havia presenciado e ao que tinha ouvido: “... perguntei quem se responsabilizava por aqueles atos. Responderam-me:todos’. E um deles acrescentou:estamos em um verdadeiro momento de desespero; sem comida, muito trabalho, e as nossas carnes rasgadas pelos castigos corporais que chegam à crueldade. Não nos incomodamos com o aumento de nossos vencimentos, porque um marinheiro nacional nunca trocou por dinheiro o cumprimento de seu dever e os seus serviços à Pátria. (....) Nada queremos senão que nos aliviem dos castigos corporais, que são bárbaros, que nos deem meios para trabalhar compatíveis com nossas forças. V. Sª pode percorrer o navio, para ver que está tudo em ordem, e até o nosso escrúpulo, sr. comandante, chegou a este ponto: ali estão guardando o cofre de bordo quatro praças, com as armas embaladas; para nós aquilo é sagrado. Só queremos que o sr. presidente da República nos dê liberdade, abolindo os castigos bárbaros que sofremos, dando-nos alimentação regular e folga no serviço. V. Sª vai ver se nós temos ou não razão’. Mandaram vir à minha presença uma praça que tinha sido castigado na véspera. As costas desse marinheiro assemelhavam-se a uma tainha lanhada para ser salgada”.

O comandante Carvalho referiu-se, também, à perícia dos marinheiros no manejo dos navios. Seu líder, João Cândido, era – e foi, até o fim de sua longa e difícil vida – um homem notável. O nome pelo qual ficou conhecido pelo povo, “almirante negro”, fez-lhe justiça. Sua inteligência, capacidade de sacrifício e ausência de ressentimentos foram tão responsáveis pela sua fama quanto sua capacidade náutica. Aliás, era um homem que amava a Marinha - 58 anos depois da Revolta da Chibata, ele, com 83 anos, em depoimento ao Museu da Imagem e do Som, diria: “entrei na Marinha com quatorze anos e entrei bisonho. Toda a luz que me iluminou e me ilumina, graças a Deus, que é pouca, foi adquirida, posso dizer, na Marinha”.

Filho de um escravo que conquistou sua liberdade lutando na Guerra do Paraguai, João Cândido passou a infância como “negrinho do pastoreio”, no Sul; participou do conflito com a Bolívia, no Acre; fez parte da exploração da Amazônia pelo navio Tocantins; depois de estar em missão no Paraguai, seguiu para a Europa, acompanhando, nos estaleiros de New Castle, Inglaterra, a construção do “Minas Gerais” e fazendo parte da tripulação na viagem inaugural do encouraçado, que trouxe dos EUA os restos mortais do abolicionista Joaquim Nabuco.

O documentos da revolta são dos mais candentes de nossa História.

Transcrevemos aqui um deles:

Ao povo e ao chefe da Nação.

Os marinheiros do Minas Gerais, do São Paulo, Bahia, Deodoro, e mais navios de guerra vistos no porto com a bandeira encarnada, não têm outro intuito que não seja o de ver abolido das nossas corporações armadas o uso infamante da chibata, que avilta o cidadão e abate o caráter. A resolução de içarem no mastro dos navios as bandeiras encarnadas e de se revoltarem contra o procedimento de alguns comandantes e oficiais só foi levada a efeito depois de terem reclamado, por vezes insistentemente, contra esses maus tratos, contra o excesso de trabalho a bordo e pela mais absoluta falta de consideração com que foram tratados.

Do chefe da Nação, o ilustre marechal Hermes da Fonseca, cujo governo os marinheiros desejam coroado pela paz e pelo mais inexcedível brilho, só desejam os reclamantes a anistia geral, a abolição completa dos castigos corporais para engrandecimento moral das nossas classes armadas.

Os marinheiros lamentam que este acontecimento se houvesse dado no começo da Presidência de S. Ex., o sr. marechal Hermes da Fonseca, a quem a guarnição do São Paulo é especialmente simpática.

Ao povo brasileiro os marinheiros pedem que olhem a sua causa com a simpatia que merece, pois nunca foi seu intuito tentar contra as vidas da população laboriosa do Rio de Janeiro.

Só em última emergência, quando atacados ou de todo perdidos, os marinheiros agirão em sua defesa. Esperam, entretanto, que o governo da República se resolva a agir com humanidade e justiça.

Ass. Os marinheiros da Armada brasileira.

O presidente Hermes da Fonseca, enfrentando a pressão reacionária, decidiu não atacar os revoltosos - como o próprio João Cândido depois declarou, o governo tinha condições militares para atacar. A decisão de não fazê-lo foi de Hermes.

No entanto, no Congresso, nem mesmo o senador Pinheiro Machado, o político governista mais influente – em quem João Cândido confiava, pois o conhecera no Sul, como soldado das tropas de Pinheiro durante a rebelião federalista – enfrentou essa pressão.

Coube, então, à principal figura da oposição, o senador Ruy Barbosa, recentemente derrotado pelo marechal Hermes nas eleições, fazê-lo. E Ruy começou o seu discurso, propondo a anistia para os marinheiros:

Os fortes são os que cedem e transigem numa situação em que a condescendência é o único meio imposto para a salvação pública; o fraco é o que já na última extremidade ainda supõe ter nas mãos todos os recursos e é forçado a abandoná-los em última análise quando as transações revestem as formas das humilhações indecentes e desgraçadas.

“... é necessário não esquecermos o valor da gente que tripula essas máquinas de guerra. Digamo-lo, com alguma vaidade, com algum desvanecimento, por honra dos nossos compatriotas. O que constitui as forças das máquinas de guerra não é a sua mole, não é a sua grandeza, não são os aparelhos de destruição – é a alma do homem que as ocupa, que as maneja, e as arremessa contra o inimigo. As almas dessas máquinas que povoam os nossos grandes dreadnoguths [navios de guerra], hoje, em nossa baía, (...) as almas desses homens têm revelado virtudes que só honram a nossa gente e a nossa raça.

“... vi como esses homens lhe demonstravam [ao comandante e deputado José Carlos Carvalho] com orgulho os seus navios, dizendo: ‘Senhor, isto é uma revolta honesta’. Eles tinham lançado ao mar toda a aguardente existente a bordo, para não se embriagarem; tinham feito guardar, com sentinelas, as caixas onde se encontravam depositados os valores; tinham mandado guardar com sentinelas os camarotes dos oficiais para que não fossem violados; tinham guardado, na organização do movimento, um sigilo prodigioso entre os costumes brasileiros; tinham sido fiéis à sua ideia; tinham sido leais uns aos outros, desinteressados na luta (....). Gente dessa ordem não se despreza. Lamentam-se os desvios, mas reconhece-se o valor humano que ela representa.

As reclamações capitais existentes na base desse movimento correspondem a necessidades irrecusáveis. Estes castigos foram abolidos por ato legislativo do Governo Provisório [da República, do qual Ruy era o ministro da Fazenda e redator legislativo]. Abusos com os quais, na gloriosa época do abolicionismo, levantamos a indignação dos nossos compatriotas, quando nos batíamos pela liberdade, abusos que fazem desconhecer no soldado e no marinheiro as qualidades principais daqueles que têm de expor a vida para defender a Nação.

E Ruy encerrou com uma comparação moral:

A escravidão começa por desmoralizar e aviltar o senhor antes de desmoralizar o escravo”.

O líder do governo, Pinheiro Machado, falou em seguida, apoiando a anistia - aprovada rapidamente pelo Congresso - e o presidente decretou a abolição da chibata.

E então, após o fim da Revolta, teve início a vergonha, sob os protestos exaltados e a denúncia ardente de Ruy. Usando um pretexto - um motim dos fuzileiros navais com o qual os homens da Revolta da Chibata nada tinham a ver - os líderes são presos e encerrados na cela nº 5 da Ilha das Cobras, masmorra subterrânea escavada na rocha, onde se atira cal, para que eles o respirem. Somente dois, de 18 prisioneiros, saem vivos da cela – um deles, João Cândido, absolvido de todas as acusações em 1912.


Primeira Página

 

Página 2

Santanna: “o Estado tem que ter controle sobre as comunicações”

Prioridade da Telebrás à produção nacional vai estimular o setor, afirmam empresários

Pequenos provedores apoiam plano do governo e pedem banda larga mais rápida e mais barata

Os negócios e a soberania (MAURO SANTAYANA)

Produção industrial cresce em 12 dos 14 locais pesquisados

Expediente

Página 3

PAC: Brasil constrói navio de 1 milhão de barris de petróleo

Empresários europeus e latinoamericanos repudiam ataques de Serra ao Mercosul

PDT faz encontro e indica nomes para a vice na chapa do PT-SP

Mercadante: Metrô de SP teve dinheiro federal; sistema entrou em colapso por causa da ineficiência do PSDB

Partidos do Rio Grande do Sul lançam Comitê Dilma Presidente

OAB-SP adverte que acusações a Tuma Jr têm interesse eleitoreiro

Página 4

Auditoria Federal flagra desvios na Saúde do governo José Serra

Cartas

Página 5

Aposentados ampliam mobilização para que Senado aprove reajuste

Em greve, professores de Minas Gerais fazem ato e denunciam baixos salários

Importações de máquinas usadas prejudicam país, dizem entidades

Funcionários da USP param por reajuste de 16%

CNAB realiza Seminário no 13 de Maio: “O Papel do Negro no Desenvolvimento do Brasil”

Página 6

Rússia: multidões lotam avenidas e praças para celebrar o Dia da Vitória 

Ziuganov: “Ao derrotar o fascismo a União Soviética salvou a civilização” 

Chanceler alemã perde eleição regional e fica sem maioria no Senado 

Recessão e submissão aos EUA provocam revés de Gordon Brown 

Redução do risco nuclear a zero só com redução de armas nucleares a zero, proclamou o secretário-geral da ONU

Página 7

Em favor dos bancos, EUA e UE exigem mais arrocho na Europa

Hu Jintao recebe Kim Jong Il: “A amizade entre China e RPDC é um tesouro para nossos povos”

Delegação chinesa prestou homenagem a compatriotas mortos na Guerra da Coreia

A blogueira vigarista e seu incrível Q.I. (4)

Página 8

João Cândido, petróleo, racismo e emprego 

Filho de João Cândido: “Homenagem consagra o reconhecimento de uma luta justa e digna” 

A Revolta da Chibata 

 

Leia

“Serra agora sabe tudo que não sabia quando estava no governo”, diz Lula
FED e UE preparam curra contra Itália, Portugal e Espanha
Lula decide reativar Telebrás para levar banda larga a todos
British e Halliburton provocam catástrofe ecológica nos EUA
Petrobrás faz nova descoberta de óleo ultrafino no pré-sal
“Atrasar Belo Monte é coisa de quem faz figa para que volte o apagão”, diz Lula
Portugal diz ao MinC que não pode obrigar autor a renegar direito
Folha perpetra outra fraude em pesquisa para empurrar Serra
Para PSDB, pesquisa em que Dilma cresce tem de ser proibida
Marciano quer que Oi passe a gerir rede de fibra ótica do governo
Dilma dá partida na campanha pedindo bênção a Tancredo
Vox Populi desvenda a fraude da Folha: Dilma é que subiu 4 pontos
Lula destaca a integridade de Dilma e Serra diz que sabe tudo de teatro
“Folha” faz campanha antecipada estufando Serra 10 pontos no Sul
“Quem faz campanha antecipada são só os tablóides de sempre”
Serra declara que não dialoga com professor porque ‘greve é de 1%
Rio enterra nas ruas a tramoia de deputados para assaltar royalties
Pesquisas indicam que Dilma começou a ultrapassar Serra

EUA faz cena para o Brasil fugir do dever de administrar-lhe as sanções da OMC

O pré-sal é nosso! Leilão é privatização!
Lula adverte Hillary a não tratar o Irã como Bush tratou o Iraque
Para Ciro, a queda de Serra diminui o risco de retrocesso
Casta que controla Conselho quer ONU esvaziada, diz Lula

“Continuar o projeto de Lula é a razão da minha candidatura”

Arruda e mais cinco da quadrilha passam o carnaval na cadeia
Congresso dá apoio a Lula para prosseguir as obras da Petrobrás
Teles recuam e dizem que plano para ativar a Telebrás ‘é bacana’
Americanos dizem que iam vender as crianças haitianas  a famílias piedosas
Pesquisa “Sensus” dá empate técnico entre Dilma e Serra
Plano propõe reativar Telebrás para superar crise da banda larga
Acordo com ONU veta interferência dos EUA na segurança do Haiti

Máfia de Arruda não tem isenção para julgar o seu chefe, conclui TJ

EUA invadem o Haiti e dificultam chegada a ajuda humanitária

Brasil lidera ação de solidariedade ao povo haitiano

Máfia do panetone protela julgamento com assalto à CPI
Papai Noel do STJ suspende ações contra Daniel Dantas

Serra pediu à Globo para aliviar Arruda

Discurso de Obama no Nobel da Paz fala 42 vezes em guerra

Governador ladrão lança a cavalaria contra estudantes

Sedex com dinheiro para Arruda veio de fornecedor de Serra
Quem tem Yeda, não pode falar do Arruda, diz o Dem a tucanos

Arruda esclarece: a propina era para comprar panetone 

Invasão do Brasil pelo dólar virtual passa de 17 bilhões em outubro

Antilulismo de Serra leva sua candidatura a cair mais 8 pontos

Tucanos passaram a amigos fiscalização da obra do rodoanel

Desabamento do rodoanel é a cara do governo Serra

Atribuir apagão a “fator climático” é lero de tucano
EUA deflagra guerra cambial e Fazenda hesita em ir à luta
Investimento frio da Telefónica no Brasil agita a Bolsa de NY

Aécio põe namorada a nocaute com murro no meio da festa VIP

Democratas vetam a entrada de Serra em seu programa na TV

SPC apura sumiço de meio bilhão do fundo de pensão da Sabesp
Parasitismo de teles pôs na ordem do dia a volta da Telebrás
Telefónica ganha de Serra isenção fiscal para fraudar usuário
“PMDB pode assumir de público que tem a vice”, afirma Berzoini
Oposição sem voto quer mudar quorum para lei do pré-sal

Usuário perde as estribeiras com a ferrovia privatizada no Rio de Janeiro

Yes, we créu!

Golpista relaxa toque de recolher mas lota prisões em Honduras

Congresso pede o fim do estado de sítio em Honduras
ONU e OEA apoiam Lula: Zelaya deve voltar de imediato para a presidência

Zelaya volta e instala QG da legalidade na Embaixada do Brasil

Ipea acha cedo para considerar que a economia já se recuperou

Juro e BNDES mantêm o crescimento do PIB negativo no semestre

Telefónica deixa SP sem comunicação no meio do temporal

Lula convoca Brasil a deixar maus tempos da lei 9478 para trás

Mídia golpista tira a máscara e advoga o pré-sal para as múltis
Projeto para o pré-sal abre perspectiva para o retorno da lei 2004
Anatel libera Speedy sem que Telefónica conserte os defeitos
Trapaça para isentar teles de pagar multa abre crise na Anatel
Conselho remete as ações contra Sarney para o arquivo morto
Teles, Anatel e STJ se acertam para assaltar usuário com tarifa de DDD em ligação local
Anatel protela decisão sobre superintendente que as teles guiavam

Conselheiro denuncia lobby na Anatel para aliviar multa de teles

Sarney diz à oposição que está pronto para a paz ou para a guerra
Nova base dos EUA na Colômbia tem raio de ação para alcançar a metade do continente
Mídia inventa risco para facilitar múltis mamarem o pré-sal
Operários jogam pela janela privatizador de siderúrgica na China
Justiça bloqueia 27 fazendas de réu que Gilmar mandou soltar

Gato comeu 2 bi que AES e Duke estavam obrigadas a investir em energia até 2008

Montadora pré-falida arma com Yeda para tomar 1 bi do BNDES
Sarney anula os 663 atos secretos e exige devolução do que foi pago indevidamente
“Privatização que deu certo” cria milhões de usuários desplugados

Tropelias do BC e BNDES arruinaram PIB de 2009

OEA dá 72 horas a golpistas para que devolvam o poder a Zelaya

Dilma ultrapassa Serra no Nordeste, informam as pesquisas do Dem

BNDES desvia grana do crescimento para monopólios na UTI

Mídia golpista degola seus cupinchas para atear fogo no Senado

320 parlamentares lançam a Frente em Defesa da Petrobrás

“O pré-sal é nosso!”, entidades convocam ato dia 19 na Paulista

Sem priorizar mercado interno e as empresas nacionais não há meio de esconjurar a crise

Múltis intensificam lobby para assumir controle do pré-sal 

BC pôs Brasil na rota do tsunami elevando o juro relativo para atrair capital externo

GM já era

CPI da Petrobrás deve deixar tucanos fora da presidência e relatoria

Tucanos prosseguem com CPI sabotagem do governo FH contra Petrobrás, diz Aepet

O que o Brasil quer é saber como tucanos afundaram a maior plataforma do mundo

Múltis adquirem 30 calabares no Senado para zoar Petrobrás

União jogaria dinheiro fora se deixasse múlti faturar com o pré-sal

Para Gilmar Mendes, STF tem que se lixar para a voz do povo
Múltis querem mamar petróleo que Petrobrás descobriu no “pré-sal”

“Para quem no começo falava menas laranja é chique demais”

Bank of America e Citibank estão de pires na mão

PF indicia Dantas em cinco artigos do Código Penal

‘V. Exa. não está falando com os seus capangas do Mato Grosso’

Lula reduz o superávit primário e libera mais R$ 38 bi para investir

“País deve se basear na força do mercado interno”, afirma Lula

Empresas nacionais repelem portaria que estimula importação de máquinas usadas

BC usa “previsões” para frear queda da taxa básica de juros

Revolta contra os cupins financeiros conflagra Londres

Centrais querem mais emprego e menos juro para impedir tsunami de invadir nossa praia

Remessas ao exterior mantêm a escalada e vão a US$ 2,6 bilhões

Bancos propõem corte na renda da caderneta de poupança em prol do achaque ao Erário

Múltis drenam do país US$ 3,266 bilhões só em dez dias de março

Vale demite, reduz salários e distribui R$ 5 bi a acionistas

Sob pressão, BC recua juro outro pontinho e meio

Aumento do IDE agrava sangria de recursos do Brasil para fora

Desnacionalização e gestão temerária sufocam a Embraer

Solução para a Embraer é voltar a ser do Estado

Febraban diz que reduz spread se a União pagar conta de inadimplentes

“Decisão do governo é não emprestar a quem desemprega”, diz Lula

Lula: “Eles cultivam o ódio dos de cima contra os de baixo” 

BC assalta 80 bi das reservas para ajudar bancos em Wall Street

Juros e pilantragem de múltis fazem produção industrial encolher 19%

Repatriamento de capital por múltis ameaça as contas externas do Brasil

Juro alto do BC é o fundamento do spread aloprado

Conselheiros do CDES pedem a antecipação da reunião do Copom

Meirelles recua debaixo de vara e reduz os juros em um pontinho

Centrais fecham com Lula ofensiva contra os juros, demissões e redução dos salários

Fiesp abre guerra contra os salários dos trabalhadores

BB paga R$ 4 bilhões para Votorantim ficar com o controle do BV

Juros e alarmismo midiático freiam a produção industrial

 Israel testa Obama com chacina contra palestinos em Gaza

Para Lula, juros têm que cair no começo de 2009

Para nababos da Vale, povo duro é a melhor receita contra a crise

“Toma o beijo da despedida, seu cachorro!”

Meirelles afronta o Brasil e não reduz taxa de juros para jogar país na crise

Alencar mantém BC sob pressão: “esses juros são anomalia”

Lula a Meirelles: “juro está além daquilo que o bom senso indica”

Montadoras almoçam os R$ 8 bi do crédito e mantêm ameaça de demitir trabalhadores

Meirelles diz que não aceita baixar juro para priorizar crescimento

Juro alto dissipa 29% da renda disponível no país, afirma Ipea

Procurador avalia que há provas para Daniel Dantas pegar um ano a mais que Al Capone

“Gasto público que precisa ser cortado é o juro”, diz Ipea

Meirelles quer que Brasil traia o compromisso com G-20 sobre redução do juro

China põe R$ 1 trilhão na infra-estrutura para crescer 9% em 2009

EUA responde à crise votando em massa na mudança

Fusão de Unibanco com Itaú torna mais anti-social sistema financeiro privado

Banqueiros põem o compulsório no bolso e dão uma banana ao crédito

Greve da Polícia Civil cresce e responde a Serra nas ruas de SP

Eleições em S. Paulo opõem integridade de Marta à dissimulação indecorosa de Kassab

Governador trai promessa e dá ordem para PM atacar policiais

Marta sobe porque é Lula. Kassab cai porque é oposição

Retratação de Gabeira reafirma preconceito contra “suburbanos”

Inauguração da P-51 é resposta do Brasil à crise

Eleições dão vitória aos aliados de Lula em todas as regiões

Lula pede a S. Paulo que vote em Marta: “temos as mesmas idéias e projetos”

Veto popular assusta republicanos e trava bailout de US$ 700 bi a especulador falido

Economia na mão de especuladores levou EUA à crise, diz Lula

Para Serra, Kassab é leal. Alckmin, não

Lula mobiliza PF para fechar nossa fronteira a terroristas da Bolívia

Kassab usa Ama para passar verba pública aos grupos privados

Com inflação em queda, BC eleva juro para afundar o Brasil em 2009

Comando do Exército desmente Jobim: “a maleta da Abin não serve para escutas”

Maleta não faz grampo, apenas a varredura, diz técnico da Abin

Quadrilha pró-Dantas acusa Abin de gravar seu truta no Supremo

Trabalhadores se unem e dão apoio unânime à Marta

China desbanca EUA da liderança olímpica

Tucanos vão ao STF para derrubar o piso salarial de professor

Magistrados armam barraco no Supremo

Lula convoca UNE a deflagrar campanha do ‘Pré-sal é Nosso!’

Kassab responsabiliza Alckmin por atrofia do Metrô-SP e vice-versa

BC faz do Brasil último peru com farofa em mesa de especulador, diz Delfim Netto

Alckmin tira o corpo fora e põe na conta de Serra o desastre da Linha 4 do Metrô

BC manipula previsão de crescimento para forçá-lo a despencar