O governo fantoche iraquiano decidiu recentemente impedir
o acesso da população à tumba do ex-presidente Sadam Hussein, executado
covardemente em 2006 após ter sido capturado por tropas do governo
estadunidense.
Fontes policiais da província de Saladino, onde está
localizado o cemitério da cidade de Al Uja, afirmaram que a ordem veio do
governo central, já que até então estavam proibidas “visitações coletivas”,
mas liberadas as individuais.
A decisão de barrar qualquer aproximação ao túmulo de
Sadam, de seus dois filhos – mortos em combate – e de alguns membros de seu
governo, foi anunciada pelo governo fantoche assim que soube da intenção da
filha do líder, Raghad, de visitá-lo. O temor de grandes manifestações
nacionalistas contra a ocupação estrangeira e o assalto às riquezas do país
falou mais alto.
No local, cinco quilômetros ao sul de Tikrit, também se
encontram os restos mortais de um irmão de Sadam, Barzan, de seu primo Ali
Hasan al Majeed; do ex-vice-presidente iraquiano Taha Yassin Ramadhan; do
ex-presidente do Tribunal da Revolução, Awad al Bandar, além de um neto do
ex-presidente.