Ex-senadora Piedad Córdoba denuncia complô para matá-la

A defensora dos Direitos Humanos da Colômbia e ex-senadora Piedad Córdoba denunciou quarta-feira (9) que pessoas de “alto nível” em seu país ofereceram uma quantia milionária a grupos paramilitares para assassiná-la.

“São os mesmos que mataram centenas de defensores dos Direitos Humanos e a quem reclama o direito a suas terras”, declarou Piedad Córdoba, frisando que os integrantes das organizações criminosas cumprem ordens, “são apenas os que apertam o gatilho”.

Presidente da organização humanitária Colombianos e Colombianas pela Paz (CCP), a ex-congressista afirmou que o plano para atentar contra sua vida está “muito bem desenhado e organizado”, financiado por muito dinheiro e que inclui, inclusive, “tecnologia de ponta”. “O governo tem que garantir a vida e assegurar o direito que temos de formar organizações, participar da política e a buscar a paz”, declarou a ex-senadora.

O deputado do Pólo Democrático e membro do CCP, Iván Cepeda, confirmou que a organização recebeu informações “bem detalhadas de tempo, modo e lugar” de que “se está planejando um atentado contra Piedad Córdoba”.

As ameaças fizeram soar o alerta para a política de terrorismo de Estado. Criado há pouco mais de duas semanas, o movimento Marcha Patriótica já teve três de seus militantes e dirigentes assassinados: Hernán Henry Diaz, dirigente camponês de Putumayo; Martha Cecilia Guevara Oyola, líder comunitária de San Vicente del Caguán; e Mao Enrique Rodriguez, membro da equipe de segurança do Partido Comunista Colombiano.

De acordo com o jornalista Camilo Raigozo, “os sócios do crime organizado são os habituais: governo, militares, polícia nacional, meios de comunicação, narcotraficantes, empresários nacionais e estrangeiros, pecuaristas, políticos e latifundiários, entre outros”. “O método de terror e extermínio utiliza matadores de aluguel de diferentes denominações tais como: Auto Defesas Unidas da Colômbia, paramilitares, bandos criminosas conhecidos como Bacrim, Águias Negras e um sem número de denominações. Também são utilizados comandos ou esquadrões secretos especializados, integrados por membros das forças de segurança do Estado”, acrescentou.
 


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CARTAS

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