Palestinos que saíram em apoio à Síria contra os agentes da CIA são atacados com morteiros

O campo de refugiados palestinos, Yarmuk, foi alvo de um ataque com projéteis atirados de morteiro no dia 13.

Segundo a agência de notícias HispanTV, foram 50 tiros que atingiram um hospital e uma mesquita, deixando 23 mortos e dezenas de feridos.

O vídeo mostra uma destruição generalizada de veículos e de prédios. O relato do massacre é do correspondente da HispanTV, Bashar Barazai, que esclarece que o ataque se deu por que os palestinos de Yarmuk negaram-se a receber os terroristas naquele território e por isso foram atacados.

Voluntários do campo fazem parte dos grupos que combatem os terroristas financiados pela CIA e portanto não tem o menor sentido a história divulgada pela mídia intervencionista de que foi o governo da Síria quem bombardeou o local. Aliás, não esta é uma pratica recorrente dos terroristas mancomunados com a imprensa do império que realiza massacres (como em Houla, onde posteriormente os residentes apontaram para os agentes da CIA como os assassinos) e tenta colocar a responsabilidade sobre o governo sírio.

O ministro do Exterior da Síria, Walid Al Moallem, expressou o repúdio à agressão ao campo de Yarmuk ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon através de contato telefônico.

Moallem esclareceu que houve embates nas cercanias do campo entre Comitês Populares Palestinos e os terroristas durante alguns dias antes do bombardeio indiscriminado com armas fornecidas por potências estrangeiras.

"Nossa atitude, ao longo de décadas, com relação aos palestinos tem sido de solidariedade aos legítimos direitos do povo palestino em especial a liberação dos territórios ocupados", ressaltou Moallem.

"Os terroristas tentam com essas manobras esconder os reveses que têm colhidos nos embates com as forças da segurança da Síria", acrescentou.

Leila Zerrougui, representante especial da ONU para Crianças, esteve na Síria onde foi recebida por autoridades do país.

Ela prostestou contra ataques terroristas a escolas e disse que as crianças devem ficar protegidas da violência.

Ela visitou a escola Al-Beteiha que foi atingida por um ataque dos bandos financiados pela CIA e declarou que vai buscar junto à ONU, condições para atendimento psicológico a estas crianças.

Ela foi informada dos detalhes do ataque à escola. Também foi recebida pelo governador de Homs, Ahmad Munir Mohammad. Ele disse que as escolas do município seguiam funcionando normalmente, exceto algumas que foram atacadas e transformadas em QGs dos invasores de onde o exército busca desalojá-los.

No mesmo dia 13, os bandidos atacaram uma escola (Mikhail Samaan) na cidade de Qatana, através de um carro-bomba. Segundo fontes do hospital Khalid Saqqa, 16 morreram, incluindo 7 crianças. 23, a maioria crianças, ficaram feridos.

Em Alepo, uma multidão saiu às ruas para celebrar a retomada de partes importantes da cidade e saudar a ação do exército sírio para liberar a cidade da mão dos terroristas.

A passeata atravessou as ruas do bairro al-Sabil no dia 17, com bandeiras e cartazes com fotos de Bashar Al Assad.


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