Rússia já entregou à ONU provas  das armas químicas dos contras

O chanceler Lavrov afirmou, em entrevista ao Canal 1 de televisão de Moscou, que a Rússia entregou “aos nossos parceiros norte-americanos e ao Secretariado da ONU” provas de que o gás sarin usado em Ghouta, em 21 de agosto, “tinha a mesma origem do gás usado em 19 de março, só que em maior concentração”. Ou seja, foi “produzido artesanalmente” pelos contras.

Como ficou estabelecido pela investigação russa sobre o ataque químico em Alepo (localidade de Khan Al Assal) de 19 de março, através de um relatório “altamente profissional” e que foi posto à disposição do Conselho de Segurança da ONU e que está acessível ao público em geral, salientou Lavrov.

O gás sarin produzido artesanalmente (“homemade”, “kitchen sarin”) difere, como é amplamente sabido, do gás de fabricação industrial, e que constitui o arsenal do exército sírio, construído ao longo de décadas como uma modesta deterrence contra as armas nucleares de Israel.

A declaração foi feita após a aprovação da resolução do Conselho de Segurança da ONU em apoio à ação da Organização pela Proibição das Armas Químicas (OPAC) para destruir todas as armas químicas na Síria e que responsabiliza quem quer que as venha a usar.

Lavrov assinalou, ainda, que o governo sírio entregou à Rússia os dados que tinha mostrando o envolvimento da “oposição” em vários incidentes em que armas químicas foram usadas – e que também foram entregues aos inspetores da ONU. O chanceler russo afirmou que “todos esses materiais requerem um exame cuidadoso”. Disse ainda “a oposição síria mais de uma vez” desencadeou “operações de bandeira trocada” com armas químicas, provocações, para acusar o governo sírio. 
 


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