União Patriótica afirma apoio a Santos no segundo turno: "pelo fim do conflito armado na Colômbia"

Na Colômbia, tanto a União Patriótica, como a Marcha Patriótica declararam apoio ao candidato Juan Manuel Santos no segundo turno das eleições que se realizarão no dia 15. Ressaltando a importância de implementar uma saída política ao conflito que infelicita o povo do país, a União Patriótica, frente que congrega amplos setores políticos e sociais progressistas, emitiu uma Declaração Política frente ao segundo turno, que publicamos:

"A União Patriótica (UP), nascida como opção de paz democrática com justiça social, reafirma seu compromisso histórico com a solução política ao conflito armado interno e chama filiados, militantes da esquerda e ao conjunto dos setores democráticos do país a votar contra a continuidade da guerra e pela solução política, respaldando nas atuais circunstâncias a opção de Juan Manuel Santos.

Nossa única coincidência com o candidato presidente é a solução política ao conflito armado, que exige a continuidade da mesa de diálogos em Havana e o cumprimento dos seis pontos incluídos na agenda, assim como a inclusão de outras forças insurgentes, o ELN e o EPL e a tomada de medidas prioritárias como o cessar bilateral de fogo.

Ratificamos a oposição contra o modelo econômico neoliberal, que só tem trazido desigualdade e pobreza ao povo colombiano e que tem sido aplicado pelos últimos governos dos partidos tradicionais.

Continuaremos lutando contra a exploração selvagem de nossos recursos naturais, que afetam o meio ambiente e pelo direito à água, exigindo o respeito aos pântanos, aos lagos, às montanhas colombianas, à proteção da selva e à população que vive nesses territórios.

Exigimos a saúde, a educação de qualidade, o trabalho digno e estável como direitos de toda a população colombiana. A pensão e aposentadoria para todos os adultos maiores. O cumprimento dos acordos com o campesinato, produto das greves agrárias em todo o país, assim como os acordos com as mães comunitárias, reconhecendo seu status de trabalhadoras do estado com garantia de prestações sociais.

Continuamos lutando pelo respeito às diferenças, sejam estas étnicas, políticas, religiosas, de orientação sexual ou gênero para que não sejam um motivo de perseguição e morte. A livre expressão e a liberdade de imprensa também são uma de nossas inquietudes fundamentais.

Chamamos a reunir todas as energias para rodear o processo de diálogo, continuar trabalhando para seguir construindo o processo constituinte, que referende a paz e construa as reformas que requer a nova Colômbia.

Como opositores ao governo atual e ao regime político que o sustenta, convocamos à mobilização popular, à denúncia, à resistência e à utilização do voto como uma forma de luta para derrotar o fascismo na Colômbia."

 


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