PPL: “Dilma declarou guerra ao país”

O Partido Pátria Livre (PPL) criticou duramente, em cadeia nacional de Rádio e TV, na última quinta-feira (2), as "medidas antinacionais e antipopulares" baixadas recentemente pelo governo Dilma. Seu presidente, Sérgio Rubens, afirmou que, com elas, na verdade o que Dilma está fazendo é "declarar guerra" ao conjunto do Brasil.

Além dele, falaram também o presidente da CGTB, e membro da executiva nacional do PPL, Ubiraci Dantas, que criticou o veto de Dilma à lei que extinguiu o Fator Previdenciário e os cortes de direitos, o vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás, e membro da executiva do PPL, Fernando Siqueira, que repudiou os ataques sofridos pela estatal e resgatou o papel estratégico da petroleira, e o secretário nacional de Organização do partido, Miguel Manso, que afirmou que o PT "viciou-se" na corrupção.

Pela gravidade da crise causada pelo desgoverno Dilma e pela importância da análise e das propostas apresentadas pelo presidente do PPL, decidimos publicar abaixo a íntegra do seu pronunciamento no programa partidário.

"Meus amigos e minhas amigas, o governo Dilma declarou guerra aos trabalhadores, aposentados, viúvas, desempregados, estudantes, à classe média e aos setores produtivos do empresariado. O objetivo é extrair recursos de todos para engordar o setor financeiro com pagamentos de juros cada vez mais elevados. O resultado é que enquanto a vida do povo, os serviços públicos e a economia despencam, o lucro dos bancos aumentou 25% no primeiro trimestre.

Dilma diz que é um sacrifício necessário para o país voltar a crescer. É balela! Esta é a fórmula que mantém há sete anos na lona as economias dos Estados Unidos, Europa e Japão. Para crescer, é preciso seguir o caminho oposto: baixar os juros, aumentar o investimento público, melhorar os salários e abrir um novo ciclo de substituição das importações, dando prioridade às empresas genuinamente nacionais nos financiamentos e encomendas do Estado.

Foi sempre assim que o Brasil cresceu. Para tal, é indispensável um combate frontal contra as medidas antinacionais e antipopulares do governo. E, mais que isso, é preciso livrar o país de Dilma.

Há quem diga que não é democrático remover um governante antes do final do mandato. Mas todas as democracias preveem essa possibilidade. Antidemocrático é o estelionato eleitoral, a corrupção acintosa e as pedaladas que marcam o governo Dilma. Antidemocrático seria condenar o povo brasileiro a mais três anos e meio de agonia. Obrigado pela atenção e boa noite".


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ESPORTES

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