RJ: trabalhadores protestam contra demissões e fechamento do estaleiro Mauá, em Niterói 

O antigo estaleiro Mauá, hoje chamado de Eisa-Petro Um, pertencente à holding Synergy Group, fechou suas portas por tempo indeterminado, deixando mais de 3000 trabalhadores a ver navios, na última quinta-feira dia 2, em Niterói (RJ).

Cerca de mil trabalhadores fizeram uma passeata em direção à sede da Transpetro, no centro do Rio, para protestar contras as demissões e também o fechamento do estaleiro. Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói, Edson Rocha, “foram demitidos na semana anterior (26), mil funcionários, e na quinta-feira (2) era a data limite para o pagamento dos demitidos, mas a empresa não pagou, e no final do expediente os 2 mil trabalhadores que ainda trabalhavam normalmente encontraram, na saída, a empresa sendo fechada com tapumes”.

Edson disse ainda que não sabe em que situação se encontra os 2000 metalúrgicos. Para ele, os trabalhadores “estão no limbo. Não sabem se foram demitidos, ou se continuam trabalhando. Não receberam qualquer tipo de documento”, informou.

Em um comunicado entregue aos trabalhadores, o estaleiro comunicou que estava atravessando uma crise financeira “cada vez mais profunda”, motivada pelo desequilíbrio dos contratos atuais e pela indefinição na liberação dos contratos para construção dos oito navios. “Soma-se a isso a situação atual do Brasil, e especificamente da indústria naval, onde estão cortando investimentos e enviando obras para serem realizadas no exterior”. Segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval Offshore (Sinaval), a crise no setor já cortou mais de 14 mil vagas de emprego desde o início do ano, atingindo mais de 100 mil pessoas indiretamente.


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