Pablo Jacob/Agência O Globo

Funcionários públicos do Rio voltam às ruas para exigir pagamento dos salários 

Os professores da rede pública estadual do Rio de Janeiro realizaram protestos na tarde da última quarta-feira, 30, em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Segundo o Sindicato dos Profissionais da Educação (Sepe), os servidores realizavam uma vigília em frente da Alerj para barrar a votação do Projeto de Lei 1251, que estava na ordem dia. O projeto faz parte do chamado “pacote de maldade” proposto pelo executivo estadual no início deste ano, que prevê o aumento da contribuição previdenciária dos servidores e a redução direitos trabalhistas.

Além dos ataques à Previdência, a categoria está vivendo no último período com o atraso da folha de pagamento e o parcelamento 13º salário. O governador em exercício, Francisco Dornelles (PP), que assumiu no último dia 28, após o afastamento do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) por 30 dias para se tratar de um câncer no sistema linfático, afirmou que os recursos para pagamento dos servidores, aposentados e pensionistas não estão garantidos.

A manifestação dos docentes teve inicio após assembleia realizada na Praça XV no centro da cidade, onde os profissionais da educação decidiram pela continuidade da greve da categoria, deflagrada no inicio de março. No Palácio Tiradentes, servidores foram agredidos na escadaria e no saguão por gás de pimenta e jatos de extintores de incêndio pelos segurança da Alerj. Segundo o Sepe o tumulto iniciou após a chegada do presidente da casa, Jorge Picciani (PMDB-RJ), para se reunir com o governador e o colégio de líderes da Alerj. Após a reunião, o líder do governo, deputado Edson Albertassi, informou ao Sepe que o projeto “não voltará à pauta da Assembleia Legislativa enquanto o governo estiver discutindo a forma de pagamento do salário de março dos servidores”, explicou a entidade.

Com a queda da arrecadação de nos estados e municípios, provocada pela política de “ajuste fiscal” do governo Dilma/Temer, os governadores de diversos estados vêm descontando nos trabalhadores, com parcelamento de salários e cortes de benefícios. No Amapá, o governo anunciou que, devido à dívida com a União, poderá congelar o salário do funcionalismo público. No Rio Grande do Sul, o salário de março será parcelado até o final de abril (ver matéria nesta página).

 

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Servidores: governo tenta impor PL para pilhar salário e demitir

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ESPORTES

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França para contra assalto de Hollande ao Código do Trabalho

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História da Petrobrás - (8)