Convenção da ONU reafirma decisão: Malvinas argentinas 

A decisão da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito ao Mar, aprovada por unanimidade, expandiu em 35% o território marítimo no Atlântico Sul, garantindo a posse das Ilhas Malvinas para a Argentina. A posição adotada atende ao pedido feito pelo governo da presidente Cristina Kirchner (2007-2015).

Com o acréscimo de 1,7 milhão de quilômetros quadrados à plataforma continental, o país sul-americano vê refor-çado o seu embate com a Inglaterra, com quem travou uma breve mas sangrenta guerra em 1982, depois que as tropas argentinas desembarcaram no arquipélago do Atlântico Sul. O território, que os britânicos chamam de Falklands, é fonte de inúmeras riquezas como petróleo.

Ao ratificar um relatório argentino de 2009, que fixa os limites do seu território de 200 a 350 milhas de sua costa, a comissão da ONU deu um passo importante contra um dos últimos bastiões do neocolonialismo em nosso continente.

Após ter ignorado e se calado completamente em relação ao histórico tema das Malvinas na abertura do Congresso como presidente da República, Maurício Macri tentou agora pegar carona na vitória da diplomacia de Cristina Kirchner. Da mesma forma como seu silêncio havia sido denunciado pela oposição, suas declarações altissonantes após o pronunciamento das Nações Unidas foram duramente condenadas pela população.

Há mais de 50 anos, reconhecendo a existência de uma disputa entre o Reino Unido e a Argentina pelas Ilhas Malvinas, a ampla maioria dos países-membros da ONU já havia se pronunciado na Assembleia Geral do organismo de 16 de dezembro de 1965 pela descolonização. Conforme reconheceu a Assembleia, a questão deveria ser resolvida com o máximo de urgência, tendo em conta a necessidade de eliminar toda forma de colonialismo.

Mesmo argumentando que “ainda não leram o texto”, os arrogantes representantes ingleses já anteciparam que, para eles, a decisão “não é legalmente obrigatória”.


Capa
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ESPORTES

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“Usamos sanções econômicas em relação a países que se negam a nos atender e a mudar seu comportamento”

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Liberdade, igualdade, fraternidade abandonadas para o exílio forçado

 

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França para contra assalto de Hollande ao Código do Trabalho

Sarandon defende Sanders por ser o melhor para presidir os EUA e para derrotar Trump

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Uma luz no fim do túnel?

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Boeing anuncia demissão de 4,5 mil trabalhadores


 

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História da Petrobrás - (8)