Susan Sarandon: Hillary pode destruir a chance de vitória dos democratas nas eleições de novembro

Sarandon defende Sanders por ser o melhor para presidir os EUA e para derrotar Trump


 



 

 A atriz e ativista Susan Sarandon, declarou, na segunda-feira, ao seu entrevistador Chris Hayes, na TV NBC: “Não sei se algum dia poderia votar em Hillary Clinton”.

Quando Hayes a questionou se em uma eleição “Clinton versus. Trump” não seria “perigoso”, não votar em Clinton, ela respondeu: “Acho real e pragmático sair da praia do status quo desde já. O status quo não está funcionando”.

A destacada atriz prosseguiu, afirmando que “não é mais possível continuar com uma força policial militarizada, com prisões privatizadas, com a pena de morte, com um salário mínimo baixo, com ameaça aos direitos das mulheres”. Ela questionou: “Por que você pensa que não se pode fazer algo de grandioso para mudar tudo isso, considerando que seu país não está bem?”

Voltando à questão inicial, Sarandon, esclareceu que as pesquisas de opinião “estão dando sinais claros de que Hillary pode destruir a habilidade dos democratas de vencerem nas eleições gerais, o que faz dela uma candidata mais fraca do que Sanders será em novembro”.

Ela ainda denunciou as gordas somas recebidas por Hillary em palestras a monopólios da indústria farmacêutica, aos grupos de Wall Street e aos exploradores do fracking (gás de xisto). “Agora, como podemos pensar que uma vez lá, ela vá de repente se voltar contra os que lhe deram milhões e milhões de dólares? Acho que é incrivelmente ingênuo e mesmo egoísta achar que de repente ela pode perceber o que é certo”.

Ela elogiou pontos do programa de Sanders, em especial a educação universitária gratuita e programas de saúde universal. “Durante tanto tempo nos disseram que era impossível e agora percebemos que nós merecemos isso. Devemos ter estas coisas. A sensação é como romper uma relação com alguém que não acrescenta. Devemos fazê-lo”.

 

Capa
Página 2
  Página 3

Temer-PSDB, pacto para abafar Lava Jato e manter a recessão

Ministro da recessão “defende” Dilma

Cunha é obrigado a recuar de mais uma manobra

PSB descarta retornar à base dilmista

PMDB foi o maior sócio e beneficiário desse governo nos últimos 13 anos, diz Marina Silva

Eleições Já! (Vladimir Palmeira)

Lula e Dilma ignoraram todos os meus avisos, afirma Ciro

PF identifica agressores do ministro Teori Zavascki

Página 4 Página 5

Servidores: governo tenta impor PL para pilhar salário e demitir

Funcionários públicos do Rio voltam às ruas para exigir pagamento dos salários

Rio Grande do Sul anuncia que funcionalismo terá vencimento de março parcelado até o final de abril

Professores de SP rejeitam proposta de Alckmin que suspende bônus e reajusta salários em 2,5%

Desemprego na Grande SP sobe de 14% para 14,7% em um mês

“Fora Dilma e Temer! Eleições Gerais Já”, defende a CGTB

ESPORTES

Página 6

Inglaterra: privatizada, indústria do aço está à beira da falência

Charlie Hebdo faz piada sobre a desgraça dos atingidos pelo atentado em Bruxelas

“Usamos sanções econômicas em relação a países que se negam a nos atender e a mudar seu comportamento”

Convenção da ONU reafirma decisão: Malvinas argentinas

Liberdade, igualdade, fraternidade abandonadas para o exílio forçado

 

Página 7

França para contra assalto de Hollande ao Código do Trabalho

Sarandon defende Sanders por ser o melhor para presidir os EUA e para derrotar Trump

Corte Europeia mantém impunidade dos policiais ingleses que mataram o brasileiro Jean Charles

Japoneses repudiam “reforma” que permite aos EUA usar FFAA nipônicas como bucha de canhão

Uma luz no fim do túnel?

Produção industrial do Japão despenca 6,2% em fevereiro


Boeing anuncia demissão de 4,5 mil trabalhadores


 

Página 8

História da Petrobrás - (8)