STF abre o 12º inquérito contra Renan Calheiros

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu abrir mais um inquérito para apurar o envolvimento dos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), atual presidente do senado, e Romero Jucá (PMDB-RR), atual presidente do partido, na venda de emendas a medidas provisórias ao setor automotivo. Com esse, Renan responde a 12 inquéritos, nove apenas na Lava-Jato.

A ministra Carmem Lúcia, relatora da operação Zelotes, foi quem decidiu pela abertura da investigação. Segundo o jornal O Globo, as investigações tiveram como ponto de partida um diário apreendido o lobista João Batista Gruginski, um dos donos da SRG, investigado na Operação Zelotes. No diário ele registra um encontro com, o também investigado, Alexandre Paes dos Santos.

Em depoimento, Gruginski disse que ouviu de Alexandre Paes dos Santos falar sobre a existência de uma negociação de R$ 45 milhões em propina para senadores favoráveis aos interesses de montadoras de veículos em uma medida provisória. Foi onde Renan e Jucá foram mencionados, assim como o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), que está preso em Curitiba, acusado de receber propina para evitar o depoimento de executivos de empreiteiras à CPI da Petrobras, entre outros crimes.

A Polícia Federal também encontrou em um bloco de anotações de Alexandre Paes dos Santos, as iniciais dos nomes dos senadores, ao lado de valores. E, apesar de Alexandre Paes dos Santos dizer em depoimento que os comentários que fez seriam apenas boatos e negar o pagamento de propina aos senadores, os investigadores acharam que era necessário aprofundar a investigação. Os senadores do PMDB podem ser chamados a prestar depoimento.

 

 


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