Trabalhadores ingleses exigem saída de Cameron e defendem serviços públicos

Na Inglaterra o Primeiro de Maio foi marcado pela defesa do NHS e dos serviços sociais do país, assim como pelas denúncias contra as políticas anti-imigração implementadas pelo governo inglês e União Europeia. “Permanecemos na luta contra os que atacam os direitos dos migrantes na Europa”, afirmou Jeremy Corbyn, deputado e presidente do partido trabalhista inglês a milhares de pessoas durante a atividade dirigida pela central sindical TUC (Congresso de Sindicatos), em Clerkenwell, região central de Londres.

“Estes que preferem culpar os refugiados, vítimas das guerras, do que enfrentar a realidade de que somos todos seres humanos vivendo em um planeta onde estes problemas só serão resolvidos com mais direitos humanos, humanidade, justiça e respeito. Por isso somos absolutamente contra qualquer forma de racismo.

Permanecemos unidos enquanto um movimento trabalhista, reafirmando nossa fé na diversidade, na nossa diversidade étnica”.
Ele também condenou a ação do governo e atacou as políticas de ajuste do primeiro-ministro David Cameron. “Trata-se de um governo mais interessado em subsidiar as corporações e os mais abastados. Por outro lado nós estamos aqui para defender a gratuidade do Sistema Nacional de Saúde enquanto um serviço universal”.

Durante a intervenção da secretária-geral da TUC, Frances O’Grady, para além de denunciar o desmonte do NHS a central resgatou o papel dos trabalhadores na consolidação dos direitos sociais do país. “Este protesto celebra o que foi conquistado pelos trabalhadores, em dezenas de campanhas, o que resultou na construção do nosso sistema de saúde, educação, aposentadoria, pensões e habitação”.

Durante a manifestação, por diversas vezes, eram cantadas palavras de ordem afirmando que “Camerom precisa ir embora”, os mesmos dizeres visíveis em centenas de cartazes.


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