Coreanos do Sul repudiam ataques a direitos trabalhistas
 

 

 Na Coreia do Sul dezenas de milhares de trabalhadores saíram às ruas para exigir aumento do salário mínimo e repudiar os ataques aos direitos trabalhistas tramados pelo governo do presidente Park Geun-Hye, do partido Saenuri Party, que pretende arrochar os trabalhadores para facilitar a vida das grandes empresas.

  “Vamos lutar juntos contra esse pacote do diabo”, cantavam os trabalhadores em Seul, em frente ao City Hall. A manifestação contou com a presença de mais de 30 mil pessoas, anunciou a Federação Coreana dos Sindicatos.

  Os trabalhadores empunhavam bandeiras e cartazes denunciando os baixos salários. “Salário mínimo de 10 won já!”, afirmava uma bandeira gigante. O salário mínimo atual está em 6,03 won. Entre os cartazes também estavam as palavras de ordem “fora com as medidas para facilitar as demissões” ou “proteja os nossos direitos trabalhistas”.

 Durante a manifestação os trabalhadores cantavam: “lutar contra o governo Park para barrar os cortes nos direitos trabalhistas”.

  Atualmente a Coreia do Sul está entre os países com a maior jornada de trabalho do mundo, 2.124 horas por ano, média superior a apontada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é de 1.770 horas.


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