CNN encantada com Xi Jinping em Davos: ‘fez o discurso que se esperaria de um presidente dos EUA’

   Ladeado por uma comitiva que incluiu três bilionários chineses, o presidente Xi Jinping estreou no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, defendendo apologeticamente a globalização e a ordem internacional existente. “Prosseguir com o protecionismo é como bloquear a si mesmo em uma sala escura: vento e chuva podem ser mantidos fora, mas também a luz e o ar”, asseverou. A CNN comentou que a aparição havia sido “surreal”. “Um presidente chinês está fazendo um discurso que se poderia esperar de um presidente dos EUA.” O Fórum de Davos reúne anualmente a nata dos especuladores do mundo inteiro, além de chefes de governo, celebridades e puxa-sacos “cosmopolitas”.

  Xi admitiu que no mundo inteiro um grande número de pessoas está questionando a “globalização”, que cada vez mais era vista como uma “caixa de pandora”, que uma vez aberta, deixa escapar monstros incontroláveis.

  “Algumas pessoas culpam a globalização pelo caos do nosso mundo, mas nossos problemas não são causados pela globalização. Eles são causados ​​por guerra e conflito”, asseverou o líder chinês, como se as guerras e conflitos não tivessem por móvel exatamente a tentativa das grandes potências de dominar e submeter outros povos.

  Como Davos se dedicou também este ano a filosofar sobre a desigualdade resultante da globalização, Xi se referiu aos “níveis preocupantes” do problema, como atestado no relatório da Oxfam, segundo o qual oito bilionários possuem mais riqueza que a metade mais pobre da humanidade.

  Sem citar o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, Xi afirmou que “ninguém emergirá como vencedor em uma guerra comercial”. Ele prometeu que a China “manterá sua porta aberta e não irá fechá-la”, anunciando que seu país importaria US $ 8 trilhões nos próximos cinco anos e faria US $ 750 bilhões de investimento no exterior. Declarações que levaram o o mais antigo noticiário da televisão alemã, Tagesschau, a classificar o presidente chinês como “a voz da razão e pioneiro do livre comércio”, em um momento em que a economia mundial enfrenta “os perigos de uma desintegração da cooperação global”.

 

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