Casa Branca comete a última
provocação contra a RPDC antes da mudança de inquilino

O ainda presidente Barak Obama fez mais um favorzinho aos monopólios americanos e aos setores mais belicistas e raivosos contra a República Popular Democrática da Coreia - RPDC.

Nos estertores de seu mandato Obama em vez de se preocupar com sua saída da presidência, arranjou tempo para sancionar nos últimos dias em Washington a famigerada lei de sanções unilaterais contra a Coreia Democrática que desta vez está mais agressiva e, para deixar claro seu caráter provocativo e hostil, nomeando sete autoridades do país asiático entre elas a líder política Kim Yo Jong, irmã de Kim Jong Un, Presidente do Conselho de Estado da RPDC e máximo dirigente do PTC e do Exército Popular da Coreia sob o falso argumento de “violação de direitos humanos”.

O governo da RPDC reagiu e segundo noticiou a KCNA citada pela AFP declarou que “Obama faria melhor em não perder tempo ocupando-se dos direitos humanos dos norte-coreanos e de outros países mais, para ter tempo de arrumar suas malas para sair da Casa Branca. Durante os 8 anos em que foi presidente, Obama criou a pior situação dos direitos humanos nos EUA. Ele deveria ter pena do sofrimento e da desgraça que causou a tantos norte-americanos e a tanta gente no resto do mundo.”

Toda a Coreia sentiu-se ofendida com as sanções, mas especialmente causou espanto entre as mulheres coreanas o fato dos EUA injustamente acusarem uma importante dirigente política do país, Kim Yo Jong, que mais que a irmã do presidente é alta funcionária do governo, servidora de seu povo, amada por seu povo e que tem prestado relevantes serviços ao povo e ao país.

Na Coreia Socialista as mulheres ocupam muitos cargos de destaque no governo e demais instituições democráticas do país, Kim Yo Jong é uma delas e é exatamente ela que a hostilidade americana tenta inutilmente atingir. Mas os EUA não atacam e agridem as mulheres só nos outros países. Nos próprios EUA as mulheres não são mais que objeto. Lá não tem creche gratuita para todas as crianças, mas na Coreia democrática tem. Nos EUA não tem lei para obrigar as empresas a pagarem salário igual aos dos homens para as mulheres que exercem a mesma função que eles. Na Coreia tem. Educação na Coreia é gratuita para homens e mulheres, habitação é gratuita para toda a família que precisar de uma casa. E nos EUA? Quem não tem dinheiro vive em trailers ou embaixo da ponte como em muitos outros países, o que é muito lamentável.

O governo da RPDC dá um grande valor às mulheres e a luta pela igualdade de direitos começa pelo respeito que o país e o governo dá à maternidade que é valorizada e protegida e portanto, cada mãe, não sofre a terrível agressão aos direitos humanos das mulheres que é ter que optar em ser mãe ou trabalhar e ter sua independência econômica, ou entre ser mãe e seguir uma carreira política. Conheci muitas deputadas, senhoras mães, algumas mães e avós, além de jovens mães que jamais se preocuparam com tal absurda opção. Na Coreia, a União das Mulheres Socialistas é uma importante entidade nacional que zela pelo cumprimento das leis que garantem os direitos das mulheres. O Comitê de Relações Culturais com o estrangeiro é presidido por uma valorosa mulher, a companheira Kim Jong Suk que não precisou deixar de se casar ou de ser mãe para ocupar tão importante cargo nesta instituição no país.

O Partido que tem como premissa e diretiva política procurar resolver os problemas sempre crescentes das massas e se considera a “mãe de todos” se define como “partido-mãe”. Por isso o PTC não pode aceitar tamanha agressão dos EUA contra uma cidadã norte-coreana. Os EUA não têm autoridade nem moral nem política e nem militar para falar dos direitos humanos ou dos direitos das mulheres na RPDC e em qualquer outro país.

Pyongyang tem afirmado que Washington busca isolar a RPDC e sobretudo intensificar o confronto entre Norte e Sul. Mas, a RPDC ao mesmo tempo tem prosseguido em sua cruzada nacional e mundial pela reunificação do país e para isso tem buscado avançar as negociações seja para reabrir o espaço para o diálogo Norte-Sul, seja para mobilizar os coreanos do Norte, do Sul e os que vivem fora da Coreia – os coreanos de ultramar vivem em grande número na China, no Japão e nos EUA, entre outros países – como foi a recente grande conferência de partidos políticos, entidades de massas, representações das igrejas e dos residentes fora do país realizada em Pyongyang nesta quarta-feira (18) para discutir as tarefas para reunificação do país propostas pelo Presidente Kim Jong Un.

Nesta reunião o informe principal coube a Ri Song Gwon presidente do Comitê pela reunificação pacífica da pátria e fizeram uso da palavra além dos representantes do governo e do Partido do Trabalho da Coreia, o responsável pela Aliança Pan-nacional para a reunificação da Pátria da Coreia do Norte, a Aliança Pan-nacional da Juventude para a reunificação da pátria, Kim Yong Dae, presidente do Partido Social Democrata, o Primeiro Secretário da União da Juventude, Jon Yong Nam, e o presidente da Conselho de Religiosos da Coreia, Kang Ji Yong.

ROSANITA CAMPOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Capa
Página 2
Página 3

Temer é o retrato da falência política e moral do governo

Candidatos de Michel Temer terão apoio de PT e PCdoB na eleição para presidente da Câmara

Maia e Jovair querem aprovar projetos para paralisar a Operação Lava Jato

Deputados dos EUA se metem onde não são chamados e aliam-se à corrupção atacando Moro e a Lava Jato

André Figueiredo entra na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados

Cartel do Bilhão construiu um estaleiro irregular e antiambiental, diz o MPF

MPF anuncia que Rolls-Royce vai ressarcir Petrobrás em 81 milhões

Página 4 Página 5

Anfip e juízes ampliam ação contra a PEC da Previdência

Ato na Câmara contra reforma reúne mais de 60 entidades

Desmonte dos Correios: empresa abre plano de demissão com objetivo de atingir mais de 8 mil

Rio: Policiais civis em greve denunciam: “Faltam salário, 13º, benefícios e condições de trabalho”

Cresce número de funcionários das montadoras afetados por ‘layoff’ ou redução salarial via PPE

Direção da Petrobrás ameaça: reposição da inflação só com redução de jornada e salário

OAB exige correção total da Tabela do Imposto de Renda

Copinha: Paulista elimina Chape e vai às semifinais

Página 6

Mercado externo, agronegócio e as farsas “neodesenvolvimentistas” (2)

Página 7


Legado de Obama: trilhões a Wall Street, arrocho, guerra e Trump

CNN encantada com Xi Jinping em Davos: ‘fez o discurso que se esperaria de um presidente dos EUA’

Primeira-ministra inglesa Theresa May propõe ‘ruptura clara e nítida’ com a UE
 

Assange saúda vitória da luta pela liberdade de Manning e mantém promessa de viajar aos EUA

Rússia estende asilo de Edward Snowden


Casa Branca comete a última provocação contra a RPDC antes da mudança de inquilino

Página 8

Atos saúdam Luther King e exigem fim da violência policial racista policial

Berlim: multidão homenageia Rosa Luxemburgo

Preso pelos EUA, o lutador pela libertação de Porto Rico está livre após 36 anos de cárcere

Os assassinos de Martin Luther King

Publicidade