Partido dos Aposentados e PPL oficializam fusão

As direções do Partido Pátria Livre (PPL) e do Partido das Pensionistas, Aposentados e Idosos do Brasil (PAI) formalizaram na terça-feira (28), durante reunião em São Paulo, a unificação das duas legendas. O processo de fusão se concretizará pela filiação ao PPL dos dirigentes e militantes do PAI, cujas lideranças ligadas a movimentos de aposentados em todo o país serão integradas aos diretórios municipais, estaduais e à direção nacional da sigla.

Segundo comunicado conjunto, o objetivo dessa união é "de fortalecer a luta social e nacional do povo brasileiros neste momento crítico de degradação moral e política e de destruição de conquistas e direitos da população, como a Previdência Social e a Legislação Trabalhista".

O encontro, coordenado pelo vice-presidente nacional do PPL, Vivaldo Barbosa, e pelo dirigente do PAI e presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins Gonçalles, teve a participação de lideranças sindicais e de federações e associações de aposentados.

Vivaldo Barbosa destacou a importância histórica do encontro e da fusão dos dois partidos, sublinhando os direitos trabalhistas e previdenciários conquistados pelo trabalhismo, que são alvo de ataques do atual governo. Ele ressaltou importância da fusão entre as duas legendas, frisando a relevância do papel que a Cobap e o movimento dos aposentados têm para o país no enfrentamento da política de desmonte da Previdência e da CLT.

Warley Martins enfatizou que a fusão vai agregar ao PPL uma militância aguerrida, que dispõe de contingente para tocar o partido em 650 cidades do país onde existem associações de aposentados filiadas à Cobap. "Nosso desafio é trazer todo mundo para o PPL e construir um grande partido", assinalou. O dirigente observou que é preciso abrir espaço para esses ativistas em todas as instâncias do PPL, principalmente nos diretórios estaduais e municipais.

O presidente da Cobap conclamou o partido a apoiar a organização da greve geral contra as reformas da Previdência e trabalhista, marcada pelas Centrais Sindicais em 28 de abril. O encontro aprovou os princípios que orientarão a atuação do partido, "que expressam os ideais comuns em defesa dos direitos do povo brasileiro e dos valores e do patrimônio do país, na linha do nacionalismo, do trabalhismo e do socialismo".

Entre os presentes, estavam o secretário nacional de Organização e presidente do PPL em São Paulo, Miguel Manso; a vice-presidente nacional e secretária da Mulher, Rosanita Campos; os dirigentes da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) Carlos Alberto Pereira e Lindolfo dos Santos; o diretor adjunto de finanças da Cobap, Luiz Adalberto da Silva; o secretário-geral da entidade e presidente da Federação dos Aposentados e Pensionistas de Minas Gerais, Robson de Souza Bittencourt, além de mais 32 dirigentes do PAI, ligados a instituições de aposentados de 15 Estados.

 

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