Caged: emprego formal oscila no fundo do poço

O Brasil gerou em julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho, 35,9 mil vagas, resultado de 1.167.770 admissões e 1.131.870 demissões de trabalhadores com carteira assinada.

No acumulado dos sete primeiros meses de 2017 o saldo é de apenas 103.258 vagas criadas. Isso significa cerca de 14,7 mil vagas por mês. Uma insignificância para um país do tamanho do Brasil. E, numa situação em que 13,5 milhões de trabalhadores estão desempregados, entre outros milhões de subempregados.

Segundo o IBGE, no 1º trimestre de 2017, a taxa composta da subutilização da força de trabalho (que agrega os desocupados, os subocupados por insuficiência de horas e os que fazem parte da força de trabalho potencial) ficou em 24,1%, o que representa 26,5 milhões de pessoas. 

Com a economia há três anos em recessão, a geração de emprego no país está longe da dita “recuperação da economia”. Em 2016 foram fechados -1.472.619 empregos com carteira assinada e em 2015 foram eliminadas -1.534.989 vagas.

Em janeiro deste ano, segundo o Caged, o Brasil perdeu 40.864 mil empregos formais. Após 22 meses em queda, o emprego formal teve um suspiro em fevereiro, com a criação de 35.612 empregos com carteira assinada, mas voltou a cair em março com as demissões superando as contratações em 63.624 vagas.

No mês de abril foram 59.856 vagas. O setor que mais contratou foi o de serviços, seguido pela agropecuária. Em maio foram 34.253 novas vagas, encabeçadas pela agropecuária, impulsionada pela lavoura de café. Junho registrou 9.821 vagas abertas e agora, em julho, foram 35,9 mil vagas com carteira de trabalho.



 


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