Trabalhadores estão com seus salários atrasados e sem o 13º de 2016

Professores exigem que governo Pezão realize pagamento dos salários atrasados

Trabalhadores da rede estadual de Educação realizam um ato em defesa dos aposentados e servidores que permanecem com seus salários atrasados graças ao desgoverno de Luiz Fernando Pezão. O ato, que aconteceu em frente ao Palácio Guanabara foi parte da mobilização dos servidores contou ainda com a doação e distribuição de cestas básicas para os servidores que permanecem em dificuldade.

Um caixão simbolizando o governador Pezão foi queimado. A Tropa de Choque da PM agiu de forma truculenta e reprimiu os servidores, com bombas e tiros com balas de borracha contra os manifestantes, muitos deles aposentados.

Professor da Faculdade de Educação e diretor da Associação dos Docentes da Uerj, Guilherme Vargues, informou que haverá um calendário de atividades para envolver os demais servidores prejudicados com a crise no estado e também a sociedade.

“O que não tem cabimento é a ausência total de isonomia por parte do governo do estado. Ele escolhe quem paga e a educação pública tem ficado para trás. E ainda não obtivemos uma resposta do governo. Precisamos de um projeto estrutural para salvar a Uerj”, disse.

“Chegamos ao limite, são quase quatro meses de salários e bolsas com atraso, 13º de 2016 não pago, o restaurante universitário fechado. É uma crise que afeta bolsistas de pós-graduação, projetos de pesquisa”, destacou, citando ainda o Hospital Pedro Ernesto, ligado à universidade, que oferece atendimento de ponta para doenças mais complexas e está com muita dificuldade de operar.


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