Estreia

O novo ministro do STF, Roberto Barroso, em sua primeira participação no julgamento do chamado “mensalão”, em 14.08.13, afirmou discordar de algumas teses vencedoras no julgamento, e reclamou das penas fixadas pelos colegas; desequilibradas, segundo ele, pela decisão infeliz que proibiu os ministros que votaram pela absolvição de participarem no cálculo das penas, o que acarretou, segundo Barroso, uma exacerbação das mesmas. E mais. Ainda afirmou o óbvio, qual seja, que o chamado mensalão não é o caso de corrupção mais grave da história recente do país, mas, sim, o mais investigado pela imprensa, Ministério Público, Polícia Federal, e o que teve resposta mais "contundente" do Judiciário. Prosseguindo, portanto, no mesmo diapasão das declarações que prestou, quando da sua sabatina no Senado. Com isso tudo, e só não o conclui os tolos, o novo ministro, educadamente, deixou mais do que cristalino que o julgamento foi injusto, político e vitaminado pela grande mídia, pertencente a meia dúzia de bilionários capitalistas, e porta-voz também dos demais, conjuntamente com a fétida coligação PSDB/DEM/PPS.

Tony Ferreira – por correio eletrônico

 

Estreia 2

O novo ministro do STF, na retomada do julgamento do “mensalão”, teve uma participação muito objetiva. Ele afirmou que é inadequado dizer que este é o maior escândalo de corrupção no Brasil. Na realidade, segundo ele, este processo é reflexo, sim, de muita investigação. Que a argumentação do Ministro sirva para diminuir as críticas formuladas no sentido político-partidário e que mecanismos sejam criados de forma efetiva para diminuir as tramoias de quem desvia recursos do erário, seja municipal, estadual ou federal. Como no caso da Siemens em relação as obras do transporte público em S. Paulo.

Uriel Villas Boas - Santos – S.Paulo

Nota da Redação: Para você ver, leitor, comparando com o relato anterior, como é possível ver duas coisas onde existe apenas uma. Quanto a nós, por enquanto, achamos melhor aguardar outras ações do novo ministro.

 

Propinoduto

A coisa esta preta para o PSDB. Esconder o propinoduto vai se tornando impossível. A lavagem de dinheiro, a propina, o cartel, a falta de vergonha na cara e de respeito com o povo esta escancarada. Nas últimas eleições Serra morreu, Agora é a vez de Alckmin. O povo agradece.

Antonio César de Oliveira – Jundiaí, SP

 

Injustiça

Como pode um país como o Brasil, onde os aposentados chegam a passar fome com a defasagem que enfrentam, ter uma casa como a Câmara dos Deputados pagando mais de 28 mil reais a mais de mil e seiscentos funcionários? Alguns ganhando mais de quarenta mil. É o cúmulo dos absurdos e contrastes: milhões sem-teto e uma cambada de afortunados acima do teto ganhando salários proibidos em países sérios, o que infelizmente ainda não é o caso de nosso país. Só mesmo o povo voltando para as ruas para apavorar e fazer esses chefes de poder agir com responsabilidade e consciência, tomando conta do patrimônio público como se fosse um patrimônio seu, cortando e exigindo a reposição desses saques aos cofres públicos.

Habib Saguiah Neto - Marataízes – ES

 

Aprovação automática

Acabar com a aprovação automática na cidade de São Paulo é sem dúvida um passo importante para se retomar o ensino de qualidade para a nossa juventude. O professor retorna ao seu papel institucional, com autoridade e presença na sala de aula. Cabe agora fornecer a ele as condições para que ensine com qualidade. Para tanto, é importante o aumento salarial dessa categoria. Fala-se muito da relação do ensino com as novas tecnologias, diálogo com a internet, etc., porém, um pouco de cuspe e giz, já dão um bom resultado.  

Joaquim de Almeida – São Paulo, SP