Bancários fazem ato contra intransigência da Fenaban 

Na última sexta-feira (16), foi realizada a segunda rodada de negociações da Campanha Salarial 2013 entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e, mais uma vez, os bancos rejeitaram todas as reivindicações dos bancários. A reunião tratava de saúde, condições de trabalho e emprego.

Em repudio à intransigência dos bancos, os trabalhadores estão convocando uma mobilização nacional para esta quinta-feira, 22 de agosto, e também se unem às Centrais no dia 30 (ver matéria ao lado). “Como acontece todos os anos, os banqueiros só agem sob pressão. Na próxima semana não haverá negociação. Por isso é importante que todas as nossas entidades intensifiquem a preparação do Dia Nacional de Luta no dia 22, com passeatas em todo o país, e da greve geral do dia 30 convocada pelas centrais sindicais”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

Os bancários reivindicam aumento real de 5% e piso salarial no valor de R$ 2.860. Além disso, pedem combate à terceirização, ao assédio moral, e o fim das demissões. Na última quinta-feira, os bancos já haviam rejeitado as reivindicações sobre o fim das demissões imotivadas e rotatividade e sobre o respeito à jornada de 6 horas.

A Contraf ressalta ainda que a Federação dos Bancos tem sido uma das principais protagonistas na tentativa de aprovar o PL da terceirização (4330), que legaliza qualquer tipo de terceirização. A Confederação aponta também que o alto lucro dos cinco maiores bancos (Banco do Brasil, Caixa Federal, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander) vem crescendo, chegando a R$ 29,1 bilhões no primeiro semestre deste ano, ante R$ 24 bilhões em 2012. Ao todo são cerca de 500 mil bancários em todo o país, com data-base em 1º de setembro.

Itaú deve R$ 18,7 bilhões de impostos à Receita Federal 

A Receita Federal está cobrando do Itaú Unibanco uma dívida de R$ 18,7 bilhões em impostos atrasados. A dívida refere-se à operação de fusão entre o Itaú e o Unibanco, feita em 2008. A operação acarretaria em um tributo da ordem de R$ 11,845 bilhões em Imposto de Renda e R$ 6,867 bilhões em Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Em comunicado, a Receita afirma que discorda da forma societária adotada à época, de “unificação das operações”, e diz que a forma mais adequada seria a de “operações societárias de natureza diversa”.

Já a instituição financeira, classificou a cobrança da Receita de “descabida”.


Capa
Página 2
Página 3

Espionagem dos EUA: Brasil repudia sequestro de David

Sindicato dos Jornalistas repudia “agressões de grupelhos fascistas nos protestos do Rio”

Para Dilma, é o fator previdenciário, e não as desonerações, que prejudica a Previdência

PPL divulga a mobilização das centrais no dia 30 e quer a mudança da política econômica

Tarso: “resolver a dívida interessa ao país, e não só ao Rio Grande do Sul”

Juízes e OAB apoiam ministro Lewandowski e condenam mais uma prepotência de Barbosa

Página 4 Página 5 Página 6

O favorecimento explícito e ilegal às multinacionais no leilão do pré-sal

Página 7 Página 8

25 policiais assassinados em massacre no Egito

Colombianos em greve exigem investimento em saúde e educação

Líder do Líbano condena atentado por terroristas sírios em Beirute

Egípcios lançam movimento contra ingerência dos EUA

Economia da Argentina cresce 5,1% no semestre

Equador: Chevron terá a resposta que merece