México: Cárdenas e Obrador condenam assalto ao petróleo

O projeto de reforma energética apresentado na segunda passada pelo presidente Enrique Peña Nieto "está claramente orientado contra os interesses do México, pois ao retirar do Estado a exclusividade para operar as áreas estratégicas da indústria petroleira, estas não vão se desenvolver e muito menos haverá crescimento econômico do país, como o demonstra o exemplo falido da abertura do setor petroquímico autorizado em 1992", advertiu Cuauhtémoc Cárdenas, dirigente do Partido da Revolução Democrática, PRD.

O ex-candidato presidencial afirmou que a proposta com a qual o governo busca modificar os artigos 27 e 28 da Constituição implicaria "ir acabando com Petróleos Mexicanos (Pemex), entregando a exclusividade de áreas estratégicas da indústria petroleira a multinacionais", o que está "claramente orientado contra os interesses do México".

Ele ressaltou que permitir a entrada de multinacionais no setor não é oportunidade de desenvolvimento, como o demonstra o fato de que em 1992 "se abriu a petroquímica e o investimento não fluiu. Ao contrário, estreitou-se a indústria petroquímica: importamos mais".

Ao contrário de Peña Nieto, apontou, a abertura tem sido uma garantia para que diversas atividades da Pemex "não se desenvolvam". Assim é o caso dos chamados "contratos de utilidade compartilhada", que vão contra o espírito da indústria petroleira nacional.

"Em essência, o que querem é roubar as utilidades do petróleo. Não há nada que justifique a reforma do artigo 27 (constitucional), disse Lopez Obrador.


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