Príncipe saudita denuncia ingerência e terrorismo:

‘Vassalos dos EUA mantêm 30 mil dissidentes presos", afirma Khaled Farhan Saud

A monarquia saudita, principal aliada dos EUA no Oriente Médio (serviu de base e trampolim para os ataques dos EUA ao Iraque e é o principal fornecedor de armas e dinheiro, seguido do Qatar, para os mercenários da Síria que atuam na tentativa de derrubar pelo terror o governo de Bashar Al Assad), elevou o número de prisões de dissidentes pacíficos e tem respondido pela força excessiva a demonstrações de seus cidadãos. Segundo a organização Human Rightes Watch, são mais de 30 mil ativistas presos.

O príncipe saudita, Khaled Bin Farhan Al-Saud, em entrevista concedida à rede Rússia Today, de Dusseldorf, Alemanha confirmou as informações de elevação das perseguições aos ativistas de oposição.

Segundo ele, assim funciona o mecanismo de supressão das liberdades civis sob a dinastia Saud: "Não há judiciário independente, que, assim como a polícia e a procuradoria presta contas ao Ministério do Interior. É este Ministério o responsável pelos ‘crimes’ relacionados a ‘liberdade de expressão’. Fabricam evidências, não permitem que as pessoas tenham advogados de defesa".


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