Terroristas assassinam jornalista sírio, no Líbano, com trinta tiros

Um grupo de terroristas armados assassinou o comentarista político sírio, jornalista Mohammad Dirar Jammo, em frente a sua casa no vilarejo de al-Sarafand, esta quarta-feira (17). Jammo estava a frente da Organização Mundial de Exilados Árabes, e exercia a pasta de relações internacionais. Os terroristas emboscaram Jammo, e o assassinaram a queima roupa com 30 tiros.

O Conselho Nacional dos Meios de Comunicação, denunciou "todas as formas de terrorismo que tentam desestabilizar a Pátria e aterrorizar o povo sírio, e todos os atentados para calar as vozes nacionais que se opõem ao terrorismo de forma política, intelectual ou através da mídia". Para o conselho "o ato terrorista é baseado em declarar a opinião alheia como uma blasfêmia, e assim cometer crimes contra aqueles que possuem idéias diferentes".

Para o Sindicato Sírio de Jornalistas, há uma flagrante violação da liberdade de discurso, "este ato terrorista reflete a mente criminosa desses grupos". O sindicato descreveu o ocorrido como um "covarde atentado para silenciar a voz da razão em violação aos valores universais dos direitos humanos".

Já o líder regional do Partido Socialista Árabe, Baas, expressou que o grupo terrorista árabe que assassinou Jammo, junto a suas demais campanhas no Líbano, refletem a natureza criminosa, o rancor sem precedentes, a barbárie e sectarismo dessas gangues e seus apoiadores. "Quem perpetrou esse crime condenável deve ser preso e punido juntamente com seus conspiradores e aqueles que os apóiam".

As constantes práticas brutais dos mercenários, para o Ministro da Informação, decorrem de que "a barbárie não compreende o dialogo lógico, não conhece a política, não dimensiona a importância da cultura e conhecimento, muito menos respeitam a existência humana". Como "Ministro da Informação condeno veementemente esse ato e sustento a responsabilidade legal dos extremistas pelo crime, eticamente e politicamente, é responsabilidade das autoridades libanesas investigar o crime para desmascarar a identidade dos assassinos". O Ministro de Justiça também condenou o assassinato.

O crime também foi condenado pelo governo libanês, que afirmou que "um crime dessa magnitude deve soar os alarmes do Líbano e colocá-lo no caminho certo para enfrentar estes grupos, antes que eles fiquem fora de controle, o que ameaça a segurança e estabilidade do Líbano e da região como um todo".

Os partidos políticos sírios também condenaram o assassinato, que o qualificaram como um "mártir por um mundo mais justo, bem como uma voz nacional". O embaixador sírio no Líbano, Abdul-Karim, também condenou o assassinato, e alertou o governo libanês a tomar precauções.


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