Líder do Líbano condena atentado por terroristas sírios em Beirute

O secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, manifestou condolências às famílias dos mortos e feridos na quinta, dia 15, pela detonação de um carro-bomba por terroristas sírios no bairro de Roueiss, nos arredores de Beirute, no Líbano, e anunciou uma ofensiva para identificar e desmantelar esses grupos.

Em discurso transmitido pela televisão na sexta-feira, durante a solenidade pelos sete anos do fim da guerra de julho de 2006, Narallah condenou o "massacre horrendo". "Não atacaram bases, instituições ou homens do Hezbollah. Atacaram deliberadamente para causar o maior número possível de mortes entre civis", disse.

Conforme Nasrallah, os serviços de segurança libaneses haviam alertado de que grupos militantes contra o presidente Bashar al-Assad da Síria – aliado do Hezbolla – planejava assassinatos por meio de atentados com explosivos em carros nos subúrbios de Beirute.

"O que se viu ontem foi um ataque contra a população", ressaltou o líder do movimento de resistência, conclamando a população a "impedir que o projeto terrorista alcance seus objetivos". "Não temos dúvidas de que os EUA e Israel estão infiltrados naqueles grupos", disse.

"Bombardearam o bairro errado", enfatizou Nasrallah, alertando que "se a luta exigir que eu e todo o Hezbollah vamos lutar na Síria, iremos". "Nossa resposta a novos bombardeios é que se tínhamos 100 combatentes na Síria, serão 200. Se eram mil, serão 2.000. Se tínhamos 10 mil, serão 20 mil combatentes. A batalha será difícil e custosa, sim, mas muito mais difícil e custoso é deixar-se massacrar como carneiros".


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